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Geraldo Alckmin rebate investigação dos EUA e nega exploração de trabalho forçado no Brasil

O vice-presidente afirmou que o país adota políticas rigorosas para enfrentar tais práticas.

O vice-presidente Geraldo Alckmin criticou a decisão do governo dos Estados Unidos de abrir uma investigação para apurar possíveis casos de trabalho forçado em cadeias produtivas de países exportadores, incluindo o Brasil. A medida foi anunciada pela gestão do presidente Donald Trump e envolve cerca de 60 nações que comercializam produtos com o mercado americano.

Segundo Alckmin, o governo brasileiro mantém compromisso com acordos internacionais e possui mecanismos de fiscalização para combater qualquer forma de exploração da mão de obra. Durante agenda no Distrito Federal neste sábado (14), o vice-presidente afirmou que o país adota políticas rigorosas para enfrentar práticas irregulares no ambiente de trabalho.

Foto: Bruno Peres/Agência BrasilGeraldo Alckmin
Geraldo Alckmin

A investigação conduzida pelos Estados Unidos busca identificar se produtos importados foram fabricados com uso de trabalho forçado ou condições consideradas abusivas. Caso sejam confirmadas irregularidades, o governo americano poderá aplicar sanções comerciais, incluindo novas tarifas sobre mercadorias provenientes de países que descumpram normas trabalhistas.

O anúncio ocorre em meio a recentes tensões diplomáticas entre os dois países. Nos últimos dias, o governo brasileiro revogou o visto do conselheiro norte-americano Darren Beattie, decisão confirmada pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil. Segundo o órgão, a medida ocorreu após a identificação de inconsistências nas informações apresentadas pelo assessor sobre o motivo de sua viagem ao país.

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