No sábado (19) foram resgatos mais 16 corpos do interior da balsa Sewol, que naufragou na terça-feira (15) na Coreia do Sul. O número total de mortos subiu para 49. O acidente ocorreu perto da ilha de Byungpoong, apenas duas horas após o envio do primeiro sinal de socorro, às 9h da quarta-feira (16), que corresponde às 21h de terça em Brasília.
Depois de três dias de tentativas para conseguir entrar na embarcação, os megulhadores finalmente conseguiram e puderam encontrar os corpos. Ainda não está claro como os mergulhadores entraram na balsa.
Mais de 253 pessoas, a maioria estudantes que fariam uma viagem de feriado, estão desaparecidas. Há apenas 174 sobreviventes identificados – havia mais de 470 a bordo. O capitão e outros dois membros da tripulação foram presos na madrugada de sábado – sexta-feira (18) no horário de Brasília.
"Os mergulhadores viram três corpos através de uma janela", anunciou Choi Sang-Hwan, subdiretor da Guarda Costeira. "Tentaram recuperar os corpos quebrando o vidro, mas era muito difícil", completou durante uma reunião com os parentes dos desaparecidos.
Os parentes assistiram um vídeo com imagens gravadas por um mergulhador, mas apesar da lanterna potente utilizada, a visibilidade era muito reduzida. Com informações do G1.
Imagem: Lee Jin-man/AP
Mais corpos são encontrados depois de náufrago na Coreia do Sul.
Mais corpos são encontrados depois de náufrago na Coreia do Sul.Depois de três dias de tentativas para conseguir entrar na embarcação, os megulhadores finalmente conseguiram e puderam encontrar os corpos. Ainda não está claro como os mergulhadores entraram na balsa.
Mais de 253 pessoas, a maioria estudantes que fariam uma viagem de feriado, estão desaparecidas. Há apenas 174 sobreviventes identificados – havia mais de 470 a bordo. O capitão e outros dois membros da tripulação foram presos na madrugada de sábado – sexta-feira (18) no horário de Brasília.
"Os mergulhadores viram três corpos através de uma janela", anunciou Choi Sang-Hwan, subdiretor da Guarda Costeira. "Tentaram recuperar os corpos quebrando o vidro, mas era muito difícil", completou durante uma reunião com os parentes dos desaparecidos.
Os parentes assistiram um vídeo com imagens gravadas por um mergulhador, mas apesar da lanterna potente utilizada, a visibilidade era muito reduzida. Com informações do G1.
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