O senador republicano Lindsey Graham morreu nesse sábado (11), aos 71 anos, nos Estados Unidos. A informação foi confirmada pelo gabinete do parlamentar, que atribuiu a morte a uma doença “breve e repentina”. Outros detalhes sobre a causa não foram divulgados.
Em comunicado, a equipe do senador informou que a família agradeceu as orações e pediu privacidade durante o período de luto.
Advogado de formação e militar aposentado, Graham representava o estado da Carolina do Sul e integrava o Senado dos Estados Unidos desde janeiro de 2003. Antes disso, havia sido deputado federal. O republicano também era um dos principais aliados do presidente Donald Trump no Congresso e tinha forte atuação em temas relacionados à política externa.
Trump lamentou a morte do senador em uma publicação nas redes sociais. O presidente norte-americano classificou Graham como um patriota e afirmou que o parlamentar fará falta.
A morte também provocou manifestações de líderes internacionais. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, destacou a atuação de Graham em defesa do apoio norte-americano ao país e lembrou o envolvimento do senador em iniciativas para ampliar a pressão sobre a Rússia.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, também prestou homenagem ao republicano. O líder israelense ressaltou a defesa feita por Graham da aliança entre Estados Unidos e Israel e afirmou ter perdido um amigo próximo.
Graham era uma figura de destaque no Partido Republicano e, ao longo de mais de duas décadas no Senado, ganhou projeção por sua atuação em debates sobre defesa e relações internacionais. Ele havia sido reeleito sucessivamente e buscava um novo mandato neste ano.
Fábio Wellington
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