Segundo informações do tenente Sanches, do 4º Batalhão da Polícia Militar, um policial de folga acionou o Copom informando sobre uma vítima que apresentava sinais de agressão no rosto.
A magistrada considerou que nos autos fica evidente o crime praticado, mas impossibilita a decretação de uma prisão preventiva, pois os suspeitos não possuem razão para prejudicar a ordem púb
De acordo com o Inspetor Clóvis Cendon, a vítima estava acompanhada de uma mulher de aproximadamente 50 anos identificada apenas como Gorete, que sofreu lesões graves.
Conforme o manifesto, os governadores reivindicam a apuração dos diálogos vazados, além do afastamento dos envolvidos e a anulação de todo julgamento realizado fora da legalidade.
Conforme o delegado Ricardo Herlon, as prisões ocorreram por meio de uma operação conjunta com a Delegacia de Homicídios e o Departamento de Narcóticos.
Conforme o cabo Silva, o Copom acionou a PM informando sobre ocorrido. Os policiais se deslocaram até o local e confirmaram que a vítima foi alvejada com três disparos.
O desembargador destacou que mesmo havendo indícios da materialidade do crime, a acusada não apresenta periculosidade social, pois é primária e apresenta bons antecedentes.
“Após eles realizarem assaltos na localidade, estariam fugindo de algum delito na Avenida Joana D’arc e colidiram em um ônibus que estava passando no momento", contou o capitão Moura.