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A morte de Ali Larijani foi confirmada nesta terça-feira (17) na própria rede social da liderança.
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O presidente russo afirmou que o momento atual exige firmeza diante da escalada do conflito.
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A decisão foi divulgada pela televisão estatal iraniana após a Assembleia de Peritos do Irã.
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Segundo o Departamento de Estado, cerca de 20 voos fretados já foram realizados para retirar cidadãos.
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A decisão foi tomada por um conselho formado por integrantes da cúpula do regime, responsável pelo país.
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Lideranças democratas pressionam por uma votação que imponha freios formais a qualquer nova escalada.
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O ataque de Washington e Tel-Aviv atingiu a capital Teerã e outras 18 localidades iranianas.
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O mandatário qualificou o ocorrido como “a maior provação que o mundo islâmico enfrenta hoje”.
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A declaração foi dada após a oração do Angelus, na Praça de São Pedro, no Vaticano.
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A ofensiva ocorreu um dia após operações entre Israel e EUA resultarem na morte de Ali Khamenei.
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Seguindo a Constituição iraniana, foi formado um conselho de liderança para administrar o país.
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Autoridade israelense afirmou que o complexo do aiatolá foi destruído em Teerã durante o ataque.
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A declaração é feita durante a crescente presença militar americana no Oriente Médio e ameaças de Trump.
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O comunicado foi feito nesta quarta-feira (28) por Ali Shamkhani, assessor político do líder do país.
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O governo iraniano nega responsabilidade pelas mortes e acusam os EUA de infiltrar agentes nos protestos.
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País vive onda de protestos há duas semanas que já deixaram 65 pessoas mortas e mais de duas mil presas.
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Teerã, aliada de Caracas, tem sido um dos alvos de ameaças de Trump após a captura e prisão de Maduro.
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Os dois condenados foram acusados de serem "funcionários do serviço de inteligência da França".
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Ele se apresentou em uma cerimônia tradicional na véspera da Ashura, celebração da república islâmica.
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A fala do presidente dos EUA ocorre após autoridades do Irã reivindicarem vitória na guerra.
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A ausência do líder em meio à crise causa uma crescente falta de confiança dentro do próprio país.
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Aiatolá Ali Khamenei promete punição a ‘inimigo sionista’; Hatami afirma que haverá ‘forte resposta’.
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Segundo a declaração, uma posição mais definida pode ser adotada pelos norte-americanos.
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O norte-americano já havia se negado a responder se atacaria as instalações nucleares do Irã.
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"Um ditador como Khamenei, que lidera um país como o Irã, não pode continuar existindo", afirmou Katz.
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Conflito entre Irã e Israel entra no 6º dia com novos bombardeio e possível de entrada dos EUA.
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Shadmani era apontado como a figura militar remanescente mais próxima do líder supremo do Irã.
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A declaração vem em meio ao agravamento do conflito entre Irã e Israel, que entrou no 5º dia nesta terça.
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"Advirto o ditador iraniano para que não continue cometendo crimes de guerra e lançando mísseis", disse.
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A troca de ataques no final de semana resultou em mais de 240 mortes.
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Os bombardeios atingiram instalações relacionadas à produção de armas nucleares, além de navios-tanque.
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Ele declarou que, caso o regime do aiatolá Ali Khamenei continue os ataques a capital pode ser destruída.
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Entre os alvos estava o general Mohammad Bagheri, chefe do Estado-Maior das Forças Armadas iranianas.
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Israel liberou sua ‘mão perversa e sangrenta’, disse líder iraniano, prometendo ação das Forças Armadas.
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Khamenei afirmou que qualquer ataque ordenado por Trump resultará em uma retaliação imediata.
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O premiê afirmou que o regime do aiatolá Ali Khamenei, líder supremo iraniano, “irá pagar”.
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Segundo o New York Times, a decisão foi tomada em reunião de emergência do Conselho Supremo de Segurança.
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A Organização das Nações Unidas acredita que o país trabalhou em construção de armas nucleares até 2003.
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“Todos no mundo muçulmano têm o dever de apoiar o povo palestino”, disse Ali Khamenei.
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