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Maduro foi levado para ser julgado fora do país após uma intervenção militar dos Estados Unidos.
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Ela se reuniu com o presidente dos Estados Unidos nesta quinta-feira (15), na Casa Branca.
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Estima-se que ao menos cinco americanos tenham sido detidos na Venezuela nos últimos meses.
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O sumo pontífice disse estar acompanhando os acontecimentos na Venezuela com grande preocupação.
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O presidente declarou em uma entrevista para a Fox News estar ansioso pelo momento.
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Ainda na publicação, María Corina destacou a mobilização de venezuelanos ao redor do mundo.
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Na avaliação do republicano, a opositora de Maduro não possui o apoio necessário para assumir o posto.
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Segundo especialistas ouvidos pela Fox News Digital, a oposição busca organizar um governo de transição.
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A premiação é alternativa ao Prêmio Nobel da Paz, recebido pela líder opositora María Corina.
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Bryan Stern foi o líder da operação para resgatar a líder opositora María Corina Machado.
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A declaração veio dois dias após Machado receber o Prêmio Nobel da Paz de 2025.
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A declaração foi feita em entrevista ao jornal La Nación, dois dias após ela receber o Nobel da Paz.
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Ela destacou ainda que conta com o apoio da comunidade internacional para avançar na democracia.
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Ele foi o candidato da oposição mais votado nas eleições presidenciais de 2024, mas não tomou posse.
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Durante o anúncio do prêmio, o comitê ressaltou que a ativista foi essencial para unir a oposição.
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O Prêmio Nobel da Paz, no valor de 11 milhões de coroas suecas será entregue em 10 de dezembro.
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A declaração foi feita por Diosdado Cabello, ministro do Interior, Justiça e Paz do regime de Maduro.
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Machado enfatizou que a oposição do país está preparada para conduzir uma transição democrática.
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"Reiteramos o apelo à comunidade internacional para agir diante do que ocorre na Venezuela", disse.
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O grupo venezuelano procurou abrigo no local diante do cerco imposto pela ditadura da Venezuela.
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“As eleições são para escolher, e não para reforçar a tirania”, afirmou a líder da oposição venezuelana.
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Maria Corina Machado elogiou a postura do presidente eleito dos EUA em defesa da democracia venezuelana.
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O argentino descreveu a ação do governo Maduro como uma “típica das piores ditaduras da história”.
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Presidente usou sua rede social, Truth Social, para condenar as ações do regime do ditador Maduro.
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Ele está na Venezuela para participar de um “festival antifascista” do Foro de São Paulo.
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O ataque aconteceu após uma manifestação organizada, disparos foram feitos contra a comitiva de María.
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“María Corina foi violentamente interceptada ao sair da concentração em Chacao”, informou uma publicação.
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De acordo com os dados da ONG Foro Penal, 1.780 pessoas foram presas no país neste século.
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Maria Oropeza, dirigente do partido Comando Com Venezuela, foi sequestrada na última terça-feira (06).
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As manifestações ocorrem neste sábado e foram convocadas pela líder da oposição, María Corina Machado.
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O CNE afirmou que o ataque atrasou a totalização dos votos e a proclamação dos resultados.
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Na ocasião, Corina afirmou que Edmundo González Urrutia teve a maioria dos votos nas urnas.
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“Acabamos de receber em nossa sede nosso colega Milciades Ávila”, disse María Corina Machado.
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Segundo María Corina Machado, agentes ligados ao ditador Maduro teriam seguido ela e a sua equipe.
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Prisão ocorre há onze dias da eleição presidencial venezuelana, que acontecerá em 28 de julho.
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A PUD acusou o ditador de “continuar com a sua cruzada intimidante” contra a principal oposição no país.
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“O mundo tem que ver a Venezuela unida contra o bloqueio eleitoral”, disse a opositora de Maduro.
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Impedida pela Justiça venezuelana, María Corina anunciou a professora Corina Yoris como substituta.
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O pleito será realizado no dia 28 de julho, data que marca o aniversário do ditador Hugo Chávez.
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Informação foi divulgada por um representante dos EUA e pelas agências de notícias Reuters e Bloomberg.
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