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O corpo foi localizado por moradores da região, que iniciaram buscas ao notarem o desaparecimento.
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No momento da prisão, ele utilizava identidade falsa e estava em posse de R$ 15 mil em espécie.
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O caso já havia sido solucionado pela Polícia Civil, que indiciou o acusado pela prática criminosa.
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A parlamentar destacou a relevância da categoria para o fortalecimento das instituições.
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A decisão foi dada nesse domingo (07) pelo juiz João de Castro Silva, durante audiência de custódia.
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Informações preliminares apontam que o crime foi motivado por disputa pelo tráfico de drogas.
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O mandado de prisão cumprido é referente a uma condenação pelo crime de roubo praticado em 2019.
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A suspeita é que o corpo seja da jovem Emilly Yassmyn Silva, de 24 anos, que estava desaparecida.
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É o maior volume de apreensão de entorpecentes em uma única ação já realizada na região.
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O caso ocorreu na madrugada de 03 de novembro de 2025, por volta das 4h da madrugada.
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Relatório final foi assinado pelo delegado Sérgio Alencar, titular da 1ª Delegacia Seccional.
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Conforme a Polícia Civil, ele entrou na casa onde a ex-companheira mora e a ameaçou.
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Segundo o secretário Chico Lucas, a nova sede representa um processo de fortalecimento da instituição.
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O suspeito deixou o estado logo após o crime e vinha se mantendo em deslocamentos constantes.
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Durante a ação, quatro pessoas foram presas foram presas com cocaína, maconha e skunk.
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Investigação foi conduzida pela delegada Daniella Dinali, 8ª Delegacia Seccional - Divisão 1.
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O crime, que ocorreu em 03 de março de 2025, na cidade de Paulistana, chocou a população do município.
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Segundo a polícia, um dos crimes ocorreu em dezembro do ano passado e o outro em fevereiro deste ano.
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O mandado de prisão foi expedido pela Vara de Família do Tribunal de Justiça do Amapá.
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Os dispositivos de origem ilícita foram achados após monitoramento e rastreamento integrados.
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Ele é acusado de aplicar golpes por meio de contratos de compra e venda de imóveis na capital.
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O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) foi acionado para investigar o caso.
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Dionis Ferreira de Miranda morreu atropelado pelo veículo conduzido pelo acusado em 1º de maio de 2016.
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As ações foram desencadeadas pelas equipes da Diretoria de Operações Policiais.
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O caso começou a ser acompanhado pelas autoridades da capital piauiense nesta segunda-feira (01).
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Durante a ação três pessoas foram presas e as equipes apreenderam munições e um aparelho celular.
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A ação foi realizada pela Delegacia da cidade, que deu cumprimento a dois mandados de prisão expedidos.
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O homicídio foi praticado devido a vítima ter supostamente furtado a casa do casal preso.
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Um dos acusado de participar da ação criminosa foi identificado pelas iniciais M. M. de A..
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De acordo com as investigações, a acusada apresentou diploma e registro profissional falsos.
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O idoso teve o corpo e a cabeça consumidos pelas chamas por alguns segundos até ser socorrido.
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Devido ao impacto da colisão, a motocicleta foi arrastada e o condutor foi arremessado ao chão.
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Em ofício encaminhado ao delegado do caso, a PF negou a existência de vínculo profissional.
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O crime de tentativa de homicídio ocorreu no dia 13 de novembro em um bar no bairro Promorar.
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O caso foi encaminhado à Polícia Civil do Piauí, que apura o caso por meio da Delegacia do Meio Ambiente.
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A maior parte da droga incinerada foi apreendida em ações policiais deflagradas na capital.
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Familiares socorreram a criança para o Hospital Regional Tibério Nunes, mas ela não resistiu.
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A vítima foi localizada com um ferimento, supostamente, realizado por disparo de arma de fogo na nuca.
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O crime ocorreu no último domingo (23), quando a vítima Lívia Beatriz foi atingida por diversos tiros.
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A prisão aconteceu em operações realizadas nas cidades de Nossa Senhora dos Remédios e Porto.
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