A Primeira Turma do Supremo, formada por Marco Aurélio Mello e os ministros Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber e Luiz Fux, irá analisar o caso de Aécio.
A ministra divulgou nota, onde disse é “inadmissível” esse tipo de atitude contra o Supremo, e que segundo ela, iniciativas como esta são "próprias de ditaduras".
A Polícia Federal pediu mais 10 dias, devido a não conclusão da perícia no áudio gravado por Joesley Batista, dono da JBS, em um encontro com o presidente.
O voo está no diário de bordo do avião particular de Joesley entregue pelo empresário ao Ministério Público Federal para confirmar a relação próxima que tinha com o presidente.
O governador do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, alega que o caso não tem ligação com os desvios na Petrobras e, por isso, não deve ser julgada junto a Lava Jato.
A irmã de Aécio, Andrea Neves, o primo, Frederico Pacheco, e o ex-assessor parlamentar do senador Zezé Perrela (PMDB), Mendherson Souza Lima, também foram denunciados.
Segundo Ricardo Saud, o senador Ciro Nogueira, presidente nacional do Partido Progressista (PP), teria negociado e recebido R$ 42 milhões para o partido.