“Ainda irei conversar com Themístocles. Mas, se trata de uma decisão minha, que só anunciarei em fevereiro, pois ainda tenho muitas pessoas para dialogar”, disse ele.
Na oportunidade, os dois políticos reafirmaram suas pré-candidaturas ao Governo do Piauí, inclusive, firmaram o compromisso de voltarem a dialogar com a proximidade do processo eleitoral.
O deputado João Mádison disse que a busca desse entendimento compara-se a batalha de Davi contra Golias, em referência aos desentendimentos com o senador Ciro Nogueira.
"Estamos sempre dispostos e abertos para dialogar. Independente de qualquer situação, sempre mantivemos uma relação de respeito e cordialidade”, disse o ex-ministro.
Nos próximos dias deverá ocorrer uma conversa entre eles para tentar equacionar a insatisfação dos peemedebistas e o posicionamento de aliados de primeira hora.
“Acreditamos que a nossa conversa com ele ainda será em 2017, mas lhe asseguro que não existe problema com o governador, está tudo tranquilo, sem arestas”, garantiu Mádison.
“Espero sinceramente que na convenção de julho nós tenhamos o apoio de todo o PMDB, inclusive, do deputado Themístocles Filho, em defesa da nossa candidatura a governador no próximo ano", dis
“Vamos discutir, por exemplo, o restabelecimento do nome MDB (Movimento Democrático Brasileiro) e a adequação do Estatuto à legislação eleitoral e correção de erros materiais”, frisou Henriqu
"Deve ter um sentimento de gratidão por parte do PMDB. Nós ajudamos muito o PMDB, nós sempre votamos no PMDB, desde Alberto Silva e Mão Santa", disse o ex-governador.
"Não tenho dúvida que se o Themístocles for o melhor nome do próximo ano a compor chapa, o Progressistas vai apoiar. Como espero que se o nome da Margarete for o melhor, que ele venha apoiar"
“Eu acho que eles aproveitaram para dar uma pancada e para instigar o senador Ciro que, pelo o que eu entendi, foi quem tentou isolar o PMDB", disse o ex-governador.
“A gente não trabalha com a lógica do individualismo, a gente trabalha com a lógica do coletivo. Então, não podemos fazer uma gestão porque tem que resolver problema de fulano e de beltrano",
“O PMDB está definhando e perdendo força porque setores do partido insistem na aliança com o Governo do PT, sem sequer ouvir as bases", disse João Henrique.
“Vamos à convenção com a proposta de candidatura própria com a certeza de que as bases querem um nome do PMDB disputando o Governo do Estado. E disputando para vencer”, disse João Henrique.
"Houve um gesto desleal e desrespeitoso da parte do PMDB e houve uma reação por parte do PSDB que foi a perda da aliança com PMDB. Estou aberto ao diálogo, eu não tenho problema de dialogar",
“Eu tenho acompanhado o desenrolar dos acontecimentos, mas com relação ao processo eleitoral do próximo ano, a gente vai ver depois das acomodações, quando devo ter maior participação nas dis
Com a decisão tomada pelo comando partidário, os deputados que votarem contra a orientação do partido podem ser punidos ou até mesmo expulsos da sigla.
"(...) eu acredito numa estratégia, que eu chamo de estratégia Dória, não no sentido de que o candidato seja Dória, mas encontrarmos alguém que consiga levar à população mensagem de mudança",
“Todo esse impasse com o PMDB que está no Governo não é surpresa para mim, aliás, eu venho avisando desde o início que o partido não terá espaço na chapa governista", disse o ex-ministro.