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“Enterrada politicamente”, diz Berger sobre aliança com Firmino

“Não consigo falar com ele, não consegui mais falar com ele. Tem quatro meses que não falo com Firmino. Esse é o descaso [...] tem horas que eles não precisam mais da pessoa", disparou Renato Berger.

Andressa Martins
Teresina
Germana Chaves
Teresina
- atualizado

O suplente de vereador Renato Berger voltou a falar sobre sua relação com o prefeito Firmino Filho (PSDB) na manhã desta terça-feira (2). Com filiação confirmada ao PSD, partido de oposição ao tucano na capital, Berger disse que a aliança com o grupo de Firmino estava lhe enterrando politicamente.

Ao ser questionado se a mudança de partido seria uma maneira de encerrar de vez a aliança com Firmino Filho, Berger disse que precisa buscar um rumo para concorrer a uma vaga de vereador em 2020.

  • Foto: Lucas Dias/GP1Renato BergerRenato Berger

“Acho que não sou eu que estou enterrando, eu que estava sendo enterrado politicamente. Pessoalmente nada contra [Firmino]. Mas se eu quero continuar na política, eu tenho que tomar um rumo. Para tomar esse rumo tem que ser em um partido que haja possibilidade, que me recebam bem, que tenha interesse na minha eleição”, afirmou.

Sem falar com o prefeito há quatro meses, desde que foi preterido da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (Semel) para dar espaço a Júlio Arcoverde (PP), Berger acredita que Firmino não mais precisa de seu apoio.

“Não consigo falar com ele, não consegui mais falar com ele. Tem quatro meses que não falo com Firmino. Esse é o descaso. Tem horas que eles não precisam mais da pessoa, não querem mais a pessoa aqui. Acho que isso foi o que aconteceu. A maneira como eu fui tratado, a maneira como eles me trataram é de quem não quer mais contar com você”, concluiu.

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