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Teresina - Piauí

Bebê Heitor Lucca é sepultado sob forte comoção em Teresina

“Ele estava brincando no chão e de repente eu escutei a pancada. A minha mulher me chamou e disse que ele tinha desmaiado", disse o pai.

Sob forte comoção foi sepultado na manhã desta terça-feira (17) no cemitério Santa Cruz, no bairro Promorar, o bebê Heitor Lucca, de 7 meses, que morreu após colocar na boca o fio de um carregador, que estava conectado em uma tomada, mas sem um aparelho celular. O caso aconteceu na residência da criança, no bairro Angelim, na zona Sul de Teresina.

  • Foto: FacebookBebêHeitor Lucca

O pai da criança, Roniel Macedo, afirmou ao GP1 que Heitor estava brincando no chão quando ouviu um barulho e encontrou o filho desmaiado. Ele explica que naquele momento a família ainda não sabia o que tinha acontecido. O bebê foi levado para a Unidade de Pronto Atendimento do Promorar, então a morte foi constatada e o médico informou que ele tinha sofrido uma descarga elétrica. Esse era o primeiro filho de Roniel e Joyce Santos.

  • Foto: Thais Souza/GP1Pai da criança, Roniel MacedoPai da criança, Roniel Macedo

“Ele estava brincando no chão e de repente eu escutei a pancada. A minha mulher me chamou e disse que ele tinha desmaiado. Não sabia o que tinha acontecido na verdade. Só ficamos sabendo a verdade lá no hospital, que ele tinha morrido com o choque. Os médicos disseram que não tinha nenhuma pancada, só machucado na boca mesmo que ele tinha botado o carregador e estava queimado. A boca dele estava queimada e roxa. Lá em casa não estava, mas depois foi ficando roxo e foi aparecendo o machucado”, explicou.

A tia da criança, Eliane, afirmou que eles tentaram fazer os primeiros socorros, mas ele não resistiu aos ferimentos. “A gente estava massageando. Então ele deu dois respiros. Aí pronto, começou a ficar gelado e roxo. Quando chegamos ao hospital, já estava sem vida”, disse.

  • Foto: Thais Souza/GP1Sepultamento foi realizado no cemitério do PromorarSepultamento foi realizado no cemitério do Promorar
  • Foto: Thais Souza/GP1Tia da criança, Eliane, e o pai RonielTia da criança, Eliane, e o pai Roniel

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