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Teresina - Piauí

“Torcendo para que se resolva logo”, diz Joel Rodrigues sobre impasse entre Petrus e Samantha

Joel afirmou que a questão está sendo conduzida por Aluísio Sampaio, presidente da sigla em Teresina.

Em conversa com o GP1, o presidente estadual do Progressistas, Joel Rodrigues, comentou o conflito entre os vereadores Petrus Evelyn e Samantha Cavalca, ambos filiados ao partido.

“É lógico que estamos torcendo para que tudo isso seja resolvido da melhor maneira possível. Delegamos também ao presidente do Progressistas em Teresina, vereador Aluísio Sampaio, a condução mais próxima dessa questão”, declarou o senador.

Foto: Lucas Dias/GP1Joel Rodrigues, presidente do Progressistas
Joel Rodrigues, presidente do Progressistas

Joel explicou que, no momento, está mais focado nas articulações de âmbito estadual, razão pela qual repassou a responsabilidade do caso para Aluísio Sampaio.

“A minha missão agora está voltada para o projeto estadual, nas composições da Assembleia Legislativa, da Câmara Federal e na representação do partido e do senador em diversos compromissos que têm surgido. Então, estou muito dedicado à missão estadual neste momento”, afirmou.

Entenda o caso

Os vereadores Samantha Cavalca e Petrus Evelyn, ambos filiados ao Progressistas, protagonizaram uma troca de acusações na última segunda-feira (09) sobre a atuação da base aliada do prefeito Sílvio Mendes (União Brasil) na Câmara Municipal de Teresina. Samantha chamou Petrus de mentiroso e disse que ele deveria “ter vergonha na cara” ao insinuar que ela estaria cobrando espaços na gestão municipal.

Petrus retrucou

O vereador Petrus Evelyn, por sua vez afirmou que o discurso de Samantha representa uma tentativa de pressionar o prefeito por meio de cargos e classificou essa postura como “velha politicagem”. Segundo o vereador, a defesa da formação de base por meio da distribuição de espaços é inadmissível.

“Eu acho que a pessoa que fica nas redes sociais ou dando entrevista, falando de base, que o prefeito deve criar a base, ela está avisando para o prefeito: 'Olha, eu e os outros vereadores só vamos atuar aqui dentro se tiver a base', que é o quê? É o prefeito liberando cargos para os vereadores. Isso aí não é papel de vereador. O vereador tem que atuar independente de cargo ou não. Por que essa suposta base não apoia o Sílvio, independente do que o prefeito estiver oferecendo para ela? Não faz sentido isso. Se a pessoa está dizendo que tem que formar a base, o que ela está dizendo? O que ela está passando naquela mensagem? Ela chega a dizer assim: "A base pode morrer, mas vai matar"... Nem lembro o que era a frase, mas uma bobagem, aquela frase ali”, declarou Petrus.

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