A Polícia Civil do Piauí prendeu, nessa quarta-feira (09), três pessoas da mesma família suspeitas de envolvimento no assassinato do tatuador Rafael Portela, morto no dia 31 de maio deste ano, na cidade de Esperantina. As prisões aconteceram durante uma operação coordenada pela Delegacia de Polícia Civil de Esperantina, com apoio de várias unidades policiais da região.
Segundo informações repassadas ao GP1 pelo delegado Arão Lobão, responsável pelo caso, foram cumpridos três mandados de prisão temporária e quatro de busca domiciliar nos bairros Pedreira, Batista de Amorim e Alecrim, em Esperantina. Os alvos da operação são F. C. da S., F. C. S. e F. J. S., sendo o primeiro pai dos dois últimos. Durante as buscas, foram apreendidos aparelhos celulares e peças de vestuário, que passarão por análise no decorrer das investigações.
O crime aconteceu na noite de 31 de maio, por volta das 21h27, no Conjunto Bernardo Rêgo. Rafael Portela, que era conhecido na cidade por seu trabalho como tatuador, foi morto com um instrumento perfurocontundente (objeto que causa ferimentos tanto por perfuração quanto por impacto), segundo o laudo pericial.
A operação contou com o apoio operacional da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher de Esperantina (DEAMGV), das delegacias de Batalha, Matias Olímpio e Luzilândia, além do reforço do Batalhão Especial de Policiamento do Interior (BEPI) e da Força Tática da Polícia Militar, que atuaram de forma integrada para o cumprimento dos mandados e para garantir a segurança durante as diligências.
Izabella Furtado
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