Fechar
GP1

Teresina - Piauí

Perícia confirma que mestre de obras causou acidente que matou três pessoas em Teresina

O trabalho investigativo incluiu análise de provas materiais, perícias papiloscópicas e depoimentos.

Alef Leão/GP1 1 / 13 Raimundo Nonato Raimundo Nonato
Divulgação/SSP-PI 2 / 13 Perícia na Pajero do acusado Perícia na Pajero do acusado
Divulgação/SSP-PI 3 / 13 Material encontrado no veículo Material encontrado no veículo
Divulgação/SSP-PI 4 / 13 Automóvel de Raimundo Nonato Automóvel de Raimundo Nonato
Divulgação/SSP-PI 5 / 13 Carro envolvido no acidente Carro envolvido no acidente
Alef Leão/GP1 6 / 13 Delegado Matheus Zanatta Delegado Matheus Zanatta
Divulgação/SSP-PI 7 / 13 Perícia no veículo Perícia no veículo
Divulgação/SSP-PI 8 / 13 Material no interior da Pajero Material no interior da Pajero
Divulgação/SSP-PI 9 / 13 Airbags do carro foram acionados Airbags do carro foram acionados
Divulgação/SSP-PI 10 / 13 Lata de energético no automóvel Lata de energético no automóvel
Divulgação/SSP-PI 11 / 13 Interior do veículo Interior do veículo
Divulgação/SSP-PI 12 / 13 Recibo em nome de Raimundo Recibo em nome de Raimundo
Divulgação/SSP-PI 13 / 13 Polícia afirma que Raimundo Nonato causou acidente Polícia afirma que Raimundo Nonato causou acidente

A Secretaria de Segurança Pública do Piauí (SSP-PI) confirmou, nesta terça-feira (5), que Raimundo Nonato da Conceição Morais foi o autor do acidente que matou três pessoas no cruzamento das avenidas Gil Martins e Barão de Castelo Branco, na última sexta-feira (1º). A autoria foi comprovada pelo Instituto de Biologia Forense da Polícia Civil.

O trabalho investigativo incluiu análise de provas materiais, perícias papiloscópicas e depoimentos. Raimundo Nonato foi preso nessa segunda-feira (4), em Caxias, no Maranhão.

Em levantamento feito no carro do acusado, a perícia da Polícia Civil utilizou reveladores específicos que permitiram a detecção de vestígios papiloscópicos, como marcas deixadas pelo toque humano nas superfícies internas e externas do automóvel, modelo Mitsubishi Pajero. Entre esses vestígios, está um fragmento de impressão digital coletado no vidro da tampa traseira do veículo.

“Comparamos o fragmento coletado no objeto com a impressão padrão. O Instituto de Biometria dispunha de padrões, sendo um coletado ontem, quando ele foi conduzido até a Central de Flagrantes, e outro do momento em que ele fez a identidade no Distrito Federal. A análise papiloscópica é precisa e mundialmente reconhecida. Não resta dúvida de que o fragmento coletado foi produzido pelo toque da pessoa que estava conduzindo o veículo”, afirmou Juarez Carvalho, gerente do Instituto de Biologia Forense.

Outros elementos

Além disso, foram identificados outros elementos de prova que reforçam a autoria. Dentro do carro, foram encontrados objetos pessoais que ligam Raimundo Nonato diretamente ao caso, como uma chave do imóvel que ele estava construindo, bem como recibos em seu nome.

“Devemos levar em consideração o inquérito como um todo, como, por exemplo, as provas técnicas e os depoimentos. Essas duas provas ratificam a nossa tese, que indica que, realmente, o Raimundo causou o acidente e estava dentro do veículo”, disse o delegado Matheus Zanatta, responsável pela investigação do caso.

O acidente

As vítimas Wesley Moura, Jardyel de Abreu e Débora Mavy transitavam em um carro Hyundai HB20 na Avenida Gil Martins quando o veículo foi atingido por um automóvel modelo Mitsubishi Pajero, que vinha na Avenida Barão de Castelo Branco e invadiu a preferencial em alta velocidade. Uma criança de 8 anos que também estava no HB20 está internada em estado grave.

Ver todos os comentários   | 0 |

Facebook
 
© 2007-2026 GP1 - Todos os direitos reservados.
É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita do GP1.