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Teresina - Piauí

PT no Piauí resiste à formação de “chapinhas” na base aliada para 2026

O partido entende que essa divisão enfraquece a estratégia eleitoral e limita o aproveitamento de votos.

O Partido dos Trabalhadores (PT) quer minar a possibilidade de formulação de chapas proporcionais em partidos menores da base aliada para a Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi). A avaliação dentro da sigla é que lançar candidatos em diferentes legendas pode reduzir o número de vagas conquistadas, já que, pelas regras eleitorais atuais, os votos acabam se dispersando e dificultando a conquista de cadeiras.

O partido entende que essa divisão enfraquece a estratégia eleitoral e limita o aproveitamento do potencial de votos da base governista. Apesar disso, embora não considere saudável a criação de várias “chapinhas”, existe a possibilidade de buscar alternativas que contemplem diferentes blocos políticos dentro da aliança.

O líder do MDB na Assembleia Legislativa, deputado estadual João Mádison, já havia afirmado que, após reunião com o governador Rafael Fonteles (PT), ficou definido que a base aliada não terá espaço para chapas proporcionais de partidos menores nas eleições de 2026. Segundo o parlamentar, a orientação do chefe do Palácio de Karnak é que apenas PT, MDB e PSD recebam apoio oficial.

De acordo com João Mádison, a decisão busca evitar perda de cadeiras dentro da base aliada. Rafael Fonteles também estabeleceu metas eleitorais para 2026, determinando que o grupo governista trabalhe para conquistar a maioria das vagas na Alepi e na Câmara dos Deputados. A estratégia prevê alcançar 27 das 30 cadeiras na Assembleia Legislativa e garantir oito vagas na bancada federal, com possibilidade de chegar à nona. Dentro desse planejamento, o PT terá como meta eleger 14 deputados estaduais, enquanto o MDB buscará 13 cadeiras.

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