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Teresina - Piauí

Mãe denuncia demora em transferência de criança internada no Hospital Mariano Castelo Branco

FMS afirma que paciente está estável e aguarda vaga em hospital de referência pediátrica.

Uma mãe denunciou a demora na transferência do filho, internado há quatro dias no Hospital Municipal Dr. Mariano Gayoso Castelo Branco, na zona norte de Teresina. Segundo o relato, a criança está com pneumonia e precisa ser encaminhada para outra unidade hospitalar.

A denunciante afirmou que o filho apresenta problemas respiratórios e depende de oxigênio. “Eu estou aqui no Hospital Mariano há 4 dias com meu filho com pneumonia e ele está esperando transferência para o Hospital do Parque Piauí. Ele está muito doente, com problemas respiratórios, o pulmão não está quase funcionando e o hospital não faz nada”, declarou.

Foto: DivulgaçãoHospital Mariano Gayoso Castelo Branco
Hospital Mariano Gayoso Castelo Branco

A mãe também relatou preocupação com a demora no encaminhamento da criança. “Diz que é urgência e não resolve essa transferência. Meu filho está quase morrendo aqui. Ele não respira sem o oxigênio.”

FMS diz que criança recebe assistência necessária

Após a denúncia, a Fundação Municipal de Saúde (FMS) divulgou nota afirmando que a criança está recebendo atendimento adequado na unidade hospitalar. Segundo a fundação, o paciente apresentou melhora após o início do tratamento e segue em estado estável, utilizando suporte de oxigenoterapia de baixo fluxo.

A FMS informou ainda que a criança ocupa a primeira posição na lista de transferência e será encaminhada para um hospital de referência em pediatria assim que houver vaga disponível.

De acordo com o órgão, o processo de regulação considera critérios técnicos, como gravidade clínica dos pacientes e disponibilidade de vagas nas redes pública e conveniada de saúde.

Confira nota na íntegra

"A Fundação Municipal de Saúde (FMS) informa que o paciente em questão está recebendo todos os cuidados necessários no Hospital Mariano Castelo Branco. A criança apresenta, após o início do tratamento na unidade, um quadro de saúde melhor em relação ao momento da chegada, com uso de suporte de oxigenoterapia com baixo fluxo, em caráter complementar, mantendo quadro clínico estável.

Para transferência, ressalta-se que ele ocupa a primeira posição na lista de transferência e, tão logo surja vaga disponível, será encaminhado para hospital de referência em pediatria.

Além disso, a FMS destaca que o processo conduzido pelo setor de Regulação desempenha papel essencial na organização dos fluxos de atendimento, assegurando acesso democrático e equitativo aos serviços de saúde. Esse acesso é definido por critérios técnicos, considerando a gravidade clínica de cada paciente e a disponibilidade de vagas na rede pública municipal, estadual, federal e privada conveniada."

*Com colaboração de Isaac Da Silva

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