O policial civil que morreu durante a megaoperação entre as forças de segurança pública do Rio de Janeiro, nesta terça-feira (28), foi identificado como Marcus Vinicius, conhecido como Máskara. Ele era chefe da 53ª DP (Mesquita). A operação visou conter o avanço do Comando Vermelho (CV) e prendeu líderes do tráfico.
A ação mobiliza cerca de 2.500 policiais civis e militares, que cumprem 100 mandados de prisão e 150 de busca e apreensão em 26 comunidades, incluindo o Complexo do Alemão e o Complexo da Penha.
O governador Cláudio Castro destacou a importância da ação: “Estamos atuando com força máxima e de forma integrada para deixar claro que o poder é do Estado. Os verdadeiros donos desses territórios são os cidadãos de bem, os trabalhadores. Seguiremos firmes na luta contra o crime organizado”.
A operação conta ainda com apoio tecnológico, incluindo drones, dois helicópteros, 32 blindados terrestres e 12 veículos de demolição do Núcleo de Apoio às Operações Especiais da PM. Ao longo do dia, as equipes seguem cumprindo os mandados expedidos pela Justiça.
A operação conta com a participação de promotores do Ministério Público Estadual e é resultado de mais de um ano de investigações da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE).
Rodrigo Mendes
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