Nesta segunda-feira (18), a cúpula do PSB, no Recife, para definir quem será o substituto de Eduardo Campos na corrida presidencial – e provavelmente oficializar a candidatura de Marina Silva. Além dos líderes do partido, participarão do encontro outros integrantes da Frente Popular e também a aniversariante Renata Campos, viúva do pernambucano, um dos nomes cotados para vice da chapa.
O papel de Renata, no entanto, não deve ficar restrito às eleições presidenciais. De acordo com o deputado federal Raul Henry (PMDB), que é o candidato a vice-governador de Pernambuco pela coalizão, ela deve ter forte participação na campanha ao governo estadual. "Renata vai liderar o processo político em Pernambuco. É uma missão grandiosa, mas ela tem brilho e é forte. É uma mãe dedicada e extraordinária, mas também é muito politizada", disse.
A responsabilidade é grande. Paulo Câmara (PSB), candidato que foi indicado por Eduardo no Estado, não decola nas pesquisas eleitorais. As mais recentes apontaram Armando Monteiro (PTB) com mais de 45% das intenções de voto, sendo que o máximo alcançado por Paulo foi 13%. Agora, sem o líder maior do PSB, é forte a chance de as legendas migrarem para o palanque da oposição. Com informações do Terra
Imagem: Reprodução
Mulher de Eduardo Campos se reúne com cúpula do PSB
Mulher de Eduardo Campos se reúne com cúpula do PSBO papel de Renata, no entanto, não deve ficar restrito às eleições presidenciais. De acordo com o deputado federal Raul Henry (PMDB), que é o candidato a vice-governador de Pernambuco pela coalizão, ela deve ter forte participação na campanha ao governo estadual. "Renata vai liderar o processo político em Pernambuco. É uma missão grandiosa, mas ela tem brilho e é forte. É uma mãe dedicada e extraordinária, mas também é muito politizada", disse.
A responsabilidade é grande. Paulo Câmara (PSB), candidato que foi indicado por Eduardo no Estado, não decola nas pesquisas eleitorais. As mais recentes apontaram Armando Monteiro (PTB) com mais de 45% das intenções de voto, sendo que o máximo alcançado por Paulo foi 13%. Agora, sem o líder maior do PSB, é forte a chance de as legendas migrarem para o palanque da oposição. Com informações do Terra
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