O Conselho de Ética do Senado resolveu adiar o depoimento do senador e ex-líder do Governo, Delcídio do Amaral, para o dia 07 de abril. O motivo se deu pela ausência dele na oitiva marcada para ontem (23).
A nova data foi decidida por ser o mesmo dia em que encerra o terceiro atestado de afastamento de 15 dias que Delcídio enviou ao trabalho. Ele ainda tem as opções de prestar depoimento pessoalmente, por videoconferência ou ainda que um grupo de membros do Conselho fosse até onde o senador estiver.
Para não atrasar o processo de investigação, segundo a Agência Brasil, outros investigados devem ser ouvidos, como Bernardo Cerveró, filho do ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró; o advogado que atuou na defesa do ex-diretor, Edson Ribeiro, e o ex-chefe de gabinete de Delcídio, Diogo Ferreira.
Na última sexta-feira (18), o ex-líder do governo renovou pela terceira vez uma licença médica para não retornar ao Senado. Depois que foi liberado da prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para cumprir recolhimento domiciliar, Delcídio estava permitido de sair de casa apenas para trabalhar. Porém, ele nunca retornou ao órgão federal, desde então.
O relator do caso, senador Telmário Mota (PDT-RR), ressaltou que em caso da apresentação de uma nova licença médica, ele será submetido a uma avaliação feita por uma junta médica.
O ex-petista foi preso em novembro do ano passado acusado de tentar atrapalhar as investigações da Operação Lava Jato - que investiga um esquema de corrupção na Petrobras – ao oferecer 50 mil reais à família de Cerveró, para que ele não fechasse um acordo de delação premiada com o Ministério Público.
Imagem: Reuters
Senador Delcídio do Amaral
Senador Delcídio do AmaralA nova data foi decidida por ser o mesmo dia em que encerra o terceiro atestado de afastamento de 15 dias que Delcídio enviou ao trabalho. Ele ainda tem as opções de prestar depoimento pessoalmente, por videoconferência ou ainda que um grupo de membros do Conselho fosse até onde o senador estiver.
Para não atrasar o processo de investigação, segundo a Agência Brasil, outros investigados devem ser ouvidos, como Bernardo Cerveró, filho do ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró; o advogado que atuou na defesa do ex-diretor, Edson Ribeiro, e o ex-chefe de gabinete de Delcídio, Diogo Ferreira.
Na última sexta-feira (18), o ex-líder do governo renovou pela terceira vez uma licença médica para não retornar ao Senado. Depois que foi liberado da prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para cumprir recolhimento domiciliar, Delcídio estava permitido de sair de casa apenas para trabalhar. Porém, ele nunca retornou ao órgão federal, desde então.
O relator do caso, senador Telmário Mota (PDT-RR), ressaltou que em caso da apresentação de uma nova licença médica, ele será submetido a uma avaliação feita por uma junta médica.
O ex-petista foi preso em novembro do ano passado acusado de tentar atrapalhar as investigações da Operação Lava Jato - que investiga um esquema de corrupção na Petrobras – ao oferecer 50 mil reais à família de Cerveró, para que ele não fechasse um acordo de delação premiada com o Ministério Público.
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