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Colunista Brunno Suênio
Jornalista do GP1
GP1

Polícia Civil amplia extração dos dados de celulares apreendidos na Operação Gabinete de Ouro

O avanço das diligências ocorre após a Justiça autorizar a prorrogação do inquérito por mais 90 dias.

A Polícia Civil do Piauí ampliou a extração e a análise de dados de celulares apreendidos no âmbito da investigação que apura um suposto esquema criminoso investigado na Operação Gabinete de Ouro. O avanço das diligências ocorre após a Justiça autorizar a prorrogação do inquérito por mais 90 dias.

A investigação resultou nas prisões da ex-chefe de gabinete do ex-prefeito de Teresina, Dr. Pessoa, Suelene Pessoa, conhecida como Sol Pessoa, além do empresário Marcus Almeida de Moura, Mauro José de Sousa e Rafael Thiago Teixeira Ferreira.

A Coluna apontou que o aprofundamento das investigações foi possível após a realização de oitivas com os investigados. Os depoimentos contribuíram para que os policiais ampliassem o rastreamento de informações, especialmente a partir do grande volume de dados obtidos nos celulares apreendidos durante a operação.

O material extraído vem sendo analisado pela Polícia Civil e considerado relevante para o esclarecimento dos fatos investigados, permitindo o cruzamento de informações, inclusive, com outras forças de Segurança, e a identificação de novos elementos que podem fortalecer o inquérito.

A decisão judicial que autorizou a prorrogação do prazo levou em conta a complexidade do caso e a necessidade de análise detalhada do conteúdo obtido nas perícias técnicas. As investigações seguem em andamento sob sigilo, e novas diligências não estão descartadas.

Rapidinhas

Polícia Civil do Piauí instaura novo inquérito contra 4 empresas

O Departamento de Combate à Corrupção (DECCOR) da Polícia Civil do Piauí instaurou um novo inquérito policial para investigar quatro empresas no bojo da Operação Gabinete de Ouro, que apura a existência de um suposto esquema denominado “rachadinha”, na Prefeitura de Teresina, em que parte dos salários de servidores ou terceirizados era desviada, além de notas fiscais frias, e criação de empresas de fachada e movimentações financeiras atípicas.

A instauração do inquérito é um desdobramento das investigações da primeira fase da operação, que resultou na apreensão de vários documentos que ensejaram o novo procedimento.

Para a Polícia Civil, quatro novas empresas foram identificadas com relações diretas com alvos já investigados, que envolvem transações financeiras ainda não esclarecidas até o momento.

Jornalista e vereadora são intimadas para prestar depoimento

Uma jornalista e uma vereadora foram intimadas a prestarem depoimento em uma delegacia, em Teresina, como testemunha em um procedimento ocorrido ainda nas últimas eleições.

*** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do GP1

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