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Colunista Demóstenes Ribeiro
Educador físico. Sua coluna aborda temas voltados à saúde muscular.
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O mounjaro natural que as big farmas não querem que você saiba

Segundo a lógica da Dieta da Selva, o ser humano foi projetado para viver em escassez alimentar.

A indústria farmacêutica fatura bilhões todos os anos vendendo injeções para emagrecimento, como Mounjaro e Ozempic, enquanto soluções simples, baratas e naturais são ignoradas — ou até ridicularizadas.

Coincidência? O influenciador Roberto Brandim, criador da chamada “Dieta da Selva”, defende que a combinação de café com óleo de coco funciona como um verdadeiro “Mounjaro natural”, capaz de reduzir a fome, aumentar a saciedade e reprogramar o metabolismo — sem depender de medicamentos caros e cheios de efeitos colaterais.

Foto: DivulgaçãoDemóstenes Ribeiro
Demóstenes Ribeiro

Segundo a lógica da Dieta da Selva, o ser humano foi projetado para viver em escassez alimentar, não para comer a cada três horas como a indústria ensinou. O café, rico em cafeína, estimula o sistema nervoso, aumenta o gasto energético e reduz o apetite. Já o óleo de coco, fonte de triglicerídeos de cadeia média, é rapidamente convertido em energia, favorecendo a produção de corpos cetônicos — substâncias associadas à diminuição da fome e ao aumento da clareza mental.

Enquanto isso, medicamentos como Mounjaro manipulam hormônios intestinais para controlar o apetite, criando uma dependência química de injeções semanais que custam caro e podem causar efeitos colaterais importantes, como náuseas, problemas gastrointestinais e até alterações no pâncreas e na vesícula. Quanto mais pessoas dependentes, maior o lucro.

A Dieta da Selva propõe o oposto: menos indústria, mais biologia ancestral. A ideia é simples — estimular o corpo a queimar gordura como combustível, em vez de mantê-lo eternamente dependente de glicose e fármacos. O café com óleo de coco seria uma ferramenta primitiva, barata e acessível para enganar a fome moderna, sem agulhas, sem receitas médicas e sem enriquecer corporações multinacionais.

Não é de se estranhar que essa abordagem não seja promovida nos grandes meios de comunicação ou nas diretrizes oficiais de saúde, frequentemente influenciadas por interesses econômicos da indústria alimentícia e farmacêutica. Um protocolo simples e barato não gera bilhões em faturamento.

Claro, especialistas lembram que nenhuma estratégia isolada faz milagres, e que emagrecimento sustentável depende de alimentação, movimento e sono. Mas a pergunta incômoda permanece: por que soluções naturais são marginalizadas enquanto medicamentos caros são tratados como salvação? Talvez porque um corpo dependente é um corpo lucrativo.

*** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do GP1

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