O GLOBO ONLINE:
— Eu quero ganhar em Minas, Rio e São Paulo, mas se ganhar em um destes estados já faz muita diferença, porque uma vitória lá (no Sudeste) pode mudar a correlação de forças (políticas) — afirmou Falcão. O presidente nacional do PT disse ainda que o partido terá candidatos próprios ao governo em 12 ou 14 estados.
Sobre os protestos contra a Copa do Mundo, Falcão defendeu a realização do evento ao dizer que o país investiu, desde 2007, R$ 18 bilhões em obras relacionadas a Copa e , segundo ele, neste mesmo período, os investimentos em saúde e educação ultrapassaram R$ 800 bilhões:
— Ninguém tá tirando dinheiro da saúde e educação para colocar nas Arenas, mas não se faz copa sem estádio, assim como não se faz país sem saúde e educação — afirmou. Em outro momento do discurso, Falcão ainda criticou indiretamente o PSB por querer mudar o programa do partido.
— É como se o PT quisesse mudar o nosso programa de 1980, deixando de lado a questão do socialismo. Nós sabemos que não vamos fazer o socialismo, mas temos o nosso programa como um documento histórico, para dizer que queremos um outro tipo de sociedade para o Brasil — disse.
Presente no encontro em Manaus, o presidente nacional da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas de Moraes, fez um discurso com críticas à imprensa. “Esta mídia sob o comando do capital não nos suporta. Eles não suportam saber que nós, o PT, os partidos aliados e a classe trabalhadora conseguem ser melhor que eles. Fazer um governo muito melhor. E eles, a direita, precisam nos derrubar de qualquer jeito, por isto, esta será uma campanha sorrateira, uma campanha sórdida, de mentiras e de calúnias”, disparou Moraes sob aplausos dos militantes do Amazonas.
Apoio
No encontro, o PT decidiu apoiar o pré-candidato ao governo do Amazonas, o líder do governo no Congresso, senador Eduardo Braga (PMDB-AM). Após a decisão pelo apoio a Braga, o presidente nacional da legenda pediu união do partido na aliança com o PMDB no Amazonas.
— Não se trata de um apoio incondicional, mas está vinculado ao apoio a candidatura da presidente Dilma Rousseff e que Braga adote políticas públicas sintonizadas com as políticas que o PT está fazendo nacionalmente. Também que o governo não será tolerante com a corrupção e com a falta de transparência — afirmou Rui Falcão.
Ao final do evento, Eduardo Braga concedeu entrevista e afirmou que ainda não discutiu com o PT sobre uma vaga para o cargo de vice-governador.
— Tudo que decidimos é que o PT comporá a chapa majoritária. Nós não estamos impedindo nem restringindo, ao contrário, estamos indo não em torno de nome, mas em torno de projeto. O PT defende um projeto a nível nacional que eu represento no Senado, que o PMDB apoia na Câmara, na Assembleia (Legislativa do Estado), o que estamos fazendo é uma demonstração firme de coerência — disse o senador.
Imagem: Marcos Alves/ Agência O GloboClique para ampliar
Falcão discursa no 14º Encontro Nacional do PT em São Paulo
O presidente nacional do PT, Rui Falcão, declarou que a prioridade do partido é vencer as eleições estaduais nos estados do Sudeste onde há mais poder econômico, mais deputados e “há mais mídia operando contra o partido”. A afirmação foi feita durante encontro de delegados do partido em Manaus neste sábado, 17.
Falcão discursa no 14º Encontro Nacional do PT em São Paulo— Eu quero ganhar em Minas, Rio e São Paulo, mas se ganhar em um destes estados já faz muita diferença, porque uma vitória lá (no Sudeste) pode mudar a correlação de forças (políticas) — afirmou Falcão. O presidente nacional do PT disse ainda que o partido terá candidatos próprios ao governo em 12 ou 14 estados.
Sobre os protestos contra a Copa do Mundo, Falcão defendeu a realização do evento ao dizer que o país investiu, desde 2007, R$ 18 bilhões em obras relacionadas a Copa e , segundo ele, neste mesmo período, os investimentos em saúde e educação ultrapassaram R$ 800 bilhões:
— Ninguém tá tirando dinheiro da saúde e educação para colocar nas Arenas, mas não se faz copa sem estádio, assim como não se faz país sem saúde e educação — afirmou. Em outro momento do discurso, Falcão ainda criticou indiretamente o PSB por querer mudar o programa do partido.
— É como se o PT quisesse mudar o nosso programa de 1980, deixando de lado a questão do socialismo. Nós sabemos que não vamos fazer o socialismo, mas temos o nosso programa como um documento histórico, para dizer que queremos um outro tipo de sociedade para o Brasil — disse.
Presente no encontro em Manaus, o presidente nacional da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas de Moraes, fez um discurso com críticas à imprensa. “Esta mídia sob o comando do capital não nos suporta. Eles não suportam saber que nós, o PT, os partidos aliados e a classe trabalhadora conseguem ser melhor que eles. Fazer um governo muito melhor. E eles, a direita, precisam nos derrubar de qualquer jeito, por isto, esta será uma campanha sorrateira, uma campanha sórdida, de mentiras e de calúnias”, disparou Moraes sob aplausos dos militantes do Amazonas.
Apoio
No encontro, o PT decidiu apoiar o pré-candidato ao governo do Amazonas, o líder do governo no Congresso, senador Eduardo Braga (PMDB-AM). Após a decisão pelo apoio a Braga, o presidente nacional da legenda pediu união do partido na aliança com o PMDB no Amazonas.
— Não se trata de um apoio incondicional, mas está vinculado ao apoio a candidatura da presidente Dilma Rousseff e que Braga adote políticas públicas sintonizadas com as políticas que o PT está fazendo nacionalmente. Também que o governo não será tolerante com a corrupção e com a falta de transparência — afirmou Rui Falcão.
Ao final do evento, Eduardo Braga concedeu entrevista e afirmou que ainda não discutiu com o PT sobre uma vaga para o cargo de vice-governador.
— Tudo que decidimos é que o PT comporá a chapa majoritária. Nós não estamos impedindo nem restringindo, ao contrário, estamos indo não em torno de nome, mas em torno de projeto. O PT defende um projeto a nível nacional que eu represento no Senado, que o PMDB apoia na Câmara, na Assembleia (Legislativa do Estado), o que estamos fazendo é uma demonstração firme de coerência — disse o senador.
*** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do GP1
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