Na última terça-feira (12) o Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou a denúncia da procuradoria Geral da República contra o deputado Marco Feliciano (PSC-SP) pelo crime de descriminação a homossexuais.
"Vítima de uma perseguição fria e calculista por uma simples interpretação teológica", declarou a defesa do parlamentar. O relator do processo, ministro Marco Aurélio, entendeu que não houve infração ou crime. Com informações do G1
Imagem: Gabriela Korossy/Câmara Clique para ampliar
O deputado Marco Feliciano (PSC-SP), em audiência na Câmara
Ele teria postado no Twitter: "A podridão dos sentimentos dos homoafetivos levam ao ódio, ao crime, à rejeição". No entanto, para o Supremo não considerou a frase como descriminação e, por conta disso, não configura crime.
O deputado Marco Feliciano (PSC-SP), em audiência na Câmara"Vítima de uma perseguição fria e calculista por uma simples interpretação teológica", declarou a defesa do parlamentar. O relator do processo, ministro Marco Aurélio, entendeu que não houve infração ou crime. Com informações do G1
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