Fechar
GP1

Brasil

Câmara dos Deputados aprova moção de aplauso a Felca após denúncia sobre adultização

A moção foi proposta pelo deputado Capitão Alden que classificou o conteúdo como de “relevância política”

A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (12), uma moção de aplauso ao youtuber Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca, pela produção e divulgação do vídeo “Adultização”, que denuncia a exploração de menores na internet.

A moção de aplauso foi proposta pelo deputado Capitão Alden (PL-BA), que classificou o conteúdo como de “relevância política” e destacou a coragem do influenciador ao abordar um tema sensível e urgente. “O caráter inovador da iniciativa é notável: Felca não só expôs uma situação alarmante, mas também enfrentou difamações nas redes, sendo alvo de acusações infundadas de pedofilia, e reagiu com ações judiciais contra os responsáveis, propondo acordos que transformam essas penalidades em doações para instituições de proteção infantojuvenil”, disse o parlamentar.

O vídeo viralizou nas redes sociais e provocou repercussão nacional, sendo elogiado pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). Diante da repercussão, Motta anunciou que irá convocar uma comissão geral e criar um grupo de trabalho para elaborar propostas legislativas de enfrentamento à “adultização” digital de crianças e adolescentes.

A denúncia feita por Felca acendeu o debate sobre a responsabilidade de plataformas digitais, influenciadores e responsáveis legais quanto à exposição de crianças e adolescentes em conteúdos com conotação adulta ou erotizada. O grupo de trabalho anunciado pela Câmara pretende ouvir especialistas, autoridades, criadores de conteúdo e representantes da sociedade civil para embasar propostas que fortaleçam a proteção infantojuvenil no ambiente virtual.

Mais conteúdo sobre:

Ver todos os comentários   | 0 |

Facebook
 
© 2007-2026 GP1 - Todos os direitos reservados.
É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita do GP1.