Fechar
GP1

Brasil

Lula não irá a Fórum de Davos e designa ministra da Gestão como representante

Esther Dweck liderará o Grupo de Governos da Colaboração, composto por representantes de dez países.

A ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, será a única representante do Governo Lula no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça. Considerado um dos principais espaços globais de debate sobre integração econômica, o encontro acontece entre esta segunda-feira (19) e quarta-feira (23). Durante o evento, a ministra brasileira liderará o Grupo de Governos da Colaboração, composto por representantes de dez países.

Na programação, Dweck preside, nesta terça-feira, a reunião do Global Digital Collaboration (GDC), iniciativa voltada à cooperação internacional na área digital. Já na quarta-feira (21), a ministra participa de um painel que discutirá as perspectivas de crescimento econômico da América Latina. Inicialmente, as ministras Simone Tebet (Planejamento e Orçamento) e Marina Silva (Meio Ambiente e Mudança do Clima) chegaram a constar na agenda oficial do fórum, mas não participarão do evento. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) também não estará presente e, desde o início do terceiro mandato, em 2023, não compareceu a nenhuma edição do encontro.

Foto: José Cruz/Agência BrasilMinistra Esther Dweck
Ministra Esther Dweck

A expectativa em Davos gira em torno da possível participação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em meio às tensões diplomáticas relacionadas à hipótese de anexação da Groenlândia. Recentemente, o republicano enviou uma carta ao primeiro-ministro da Noruega, Jonas Gahr Støre, na qual criticou o fato de não ter sido agraciado com o Prêmio Nobel da Paz, apesar de alegar ter atuado no encerramento de conflitos armados.

Para confirmar presença no fórum, Trump condicionou sua participação à exclusão de pautas consideradas “woke”, termo usado por aliados do ex-presidente para criticar agendas progressistas. Com isso, a expectativa é de que o evento concentre os debates em temas como cooperação internacional, tecnologia e geração de empregos.

Outro assunto que pode ganhar destaque nos discursos do líder norte-americano é a captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro. A ação divide a comunidade internacional, que se mostra dividida entre elogios à iniciativa, vista por alguns como um passo em direção à restauração democrática, e críticas à intervenção em assuntos internos de outro país.

Mais conteúdo sobre:

Ver todos os comentários   | 0 |

Facebook
 
© 2007-2026 GP1 - Todos os direitos reservados.
É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita do GP1.