O governo do atual presidente Lula (PT) reservou um valor de R$ 3,8 bilhões no Orçamento de 2026 para reajustar salários e reformular estruturas de carreira dos servidores vinculados ao Executivo. Já aprovado na Lei Orçamentária Anual (LOA), o acumulado cobre despesas com servidores ligados a ministérios e órgãos federais. As informações foram divulgadas pelo Metrópoles.
A quantia contempla iniciativas como progressões, reclassificações, gratificações e novos planos de carreiras. Esse tipo de gasto faz parte das chamadas “despesas primárias”, que englobam salários e manutenção da máquina pública e são limitadas pelas regras do arcabouço fiscal.
Foram inclusos na conta os projetos de lei enviados ao Congresso Nacional em 2025. Entre eles, estão a proposta de reestruturação geral das carreiras do Executivo e o plano de cargos específico para o Ministério da Educação (MEC).
A Lei Orçamentária prevê além dos salários, um gasto adicional de R$ 545 milhões com o pagamento de 37 mil gratificações vinculadas a cargos comissionados. Esses valores são direcionados a servidores já em atividade que exercem cargos de chefia ou coordenação.
Lilian Aragão
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