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Justiça inclui acusados de matar delator do PCC na lista da Interpol

Os dois passaram a integrar a lista de procurados por envolvimento no assassinato de Antonio Vinicius.

A Justiça Federal autorizou que fossem inseridos os nomes de dois brasileiros na Difusão Vermelha da Interpol. São eles: Emilio Carlos Gongorra Castilho, conhecido como “Cigarreira”, e Kauê do Amaral Coelho, apelidado de “Jubileu”. Os dois passaram a integrar a lista de procurados por envolvimento no assassinato de Antonio Vinicius Lopes Gritzbach, delator do grupo criminoso Primeiro Comando da Capital (PCC).

Após dificuldades na busca e não conseguir localizá-los em território Brasileiro, a Polícia Federal (PF) solicitou a inclusão. A partir desta medida, qualquer país que englobe a Interpol pode prender os foragidos para extraditá-los.

Foto: ReproduçãoEmpresário Antônio Lopes Gritzbach
Empresário Antônio Lopes Gritzbach

A apuração das autoridades indicou Emilio como o mandante e Kauê como responsável por repassar aos executores informações sobre a rotina de Antonio. Gritzbach morreu em decorrência de um ataque a tiros logo depois de desembarcar no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, em de 8 de novembro de 2024.

Os responsáveis pela ação criminosa já aguardavam estrategicamente por Antonio Vinicius. Os criminosos estavam posicionados entre o terminal e os veículos de escolta e usaram fuzis calibres 7,62 e .556 para atingir o empresário. Além do delator, um motorista de aplicativo também morreu, e outras pessoas ficaram feridas.

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