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MP do Maranhão aciona a Justiça contra estátua da Havan por “poluição visual”

Hang contestou a atuação do MP e declarou que a loja em São Luís foi erguida seguindo todos os trâmites.

O empresário Luciano Hang, proprietário da Havan, afirmou em publicação nas redes sociais que a réplica da Estátua da Liberdade, que faz parte da identidade visual da sua rede de lojas, está sendo alvo de uma Ação Civil Pública (ACP) movida pelo Ministério Público do Maranhão (MPMA). A medida questiona a construção sob a alegação de poluição visual.

Hang contestou a atuação do MP e declarou que a loja em São Luís foi erguida seguindo todos os trâmites legais, com autorizações concedidas antes mesmo do início das obras. “A nossa obra foi feita com alvarás, dentro da lei, com tudo aprovado antes mesmo do início da construção. Portanto, não existe qualquer irregularidade. Por isso, é difícil não enxergar nessa ação algo que vai além de uma simples discussão técnica”, escreveu.

A ação foi formalizada pelo MPMA no dia 3 de abril deste ano e aponta possíveis irregularidades na construção. O órgão contestou a versão apresentada pela empresa com base em um laudo técnico do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Estadual do Maranhão (Uema), elaborado a pedido da Promotoria.

Na semana passada, quatro estátuas da Havan foram alvo de vandalismo nos estados do Maranhão, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro e Goiás. Para o empresário, os episódios não são mera “coincidência”. Luciano Hang também afirmou que as autoridades deveriam direcionar atenção para “problemas que desvalorizam a cidade”, em vez de focar em uma empresa privada que, segundo ele, gera empregos e movimenta a economia local. Ele ainda criticou a situação do centro histórico de São Luís, que classificou como “largado às traças”, e chegou a comparar as duas realidades em outra publicação.

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