A pré-candidata ao Governo do Piauí, Dra. Lúcia Santos (PSDB), pontuou alguns indicadores negativos no estado, especialmente no âmbito da saúde e educação, que, segundo ela, a motivaram a dispor seu nome na disputa pelo Palácio de Karnak nas eleições de 2026. Ela afirmou que fica inquieta com o atual cenário do Piauí, razão pela qual decidiu agir para combater a dura realidade enfrentada pelos piauienses.
“Me inquieta o fato de a gente ser um dos estados mais pobres da nossa federação e termos títulos como na saúde: campeão em amputação de perna de paciente diabético. O segundo maior índice de analfabetismo em pessoas acima de 15 anos. O segundo maior ICMS do Brasil. Nós, piauienses normais, estamos trabalhando para comer. Escolhe a conta que vai pagar”, afirmou a pré-candidata ao Governo.
Dra. Lúcia Santos é presidente do Sindicato dos Médicos do Piauí (Simepi) e foi a primeira mulher a presidir a Federação Nacional dos Médicos (FENAM). No pleito deste ano, contribui para a formação da chapa majoritária do PSDB. Defensora do SUS, ela defende melhorias na prestação do serviço público, especialmente no campo da saúde.
“Esse ativismo na saúde. Eu sou uma defensora do SUS. Nós levamos 200 anos para chegar à saúde pública do jeito que ela está hoje, e eu sei o tanto que ela foi importante para evoluir muitos índices na saúde. E isso nos trouxe até aqui”, declarou.
Nesse sentido, a pré-candidata ao Governo reforçou que a inquietude com a situação e as dificuldades enfrentadas pelos piauienses são norteadores na corrida ao Executivo. "Realmente essa inquietude tem que se transformar em ação. A gente não pode se calar diante de tudo que está acontecendo. E eu tenho essa característica minha de não conseguir ficar parada quando eu vejo essas coisas", frisou Lúcia Santos.
Carolina Matta
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