GP1

Entretenimento

Shakira quer acordo com Receita Federal após multa milionária

Em 2021, uma investigação reuniu provas de que ela teria fraudado R$ 97 milhões em impostos no país.

A cantora Shakira decidiu mudar de estratégia em relação aos problemas que tem tido com a Receita Federal da Espanha. Em 2021, uma investigação reuniu provas de que a artista teria fraudado R$ 97 milhões em impostos no país europeu.

De acordo com informações obtidas pelo jornal El País, o objetivo agora é evitar a todo custo que um julgamento traga exposição pública e pressão midiática em um momento que a publicação define como “seu maior desejo de passar despercebida”. Os advogados da cantora buscam fazer um acordo para evitar que ela seja presa. Em troca, deve haver uma confissão dos crimes de sonegação e o pagamento de uma multa milionária a ser estipulada.

Foto: Reprodução/ InstagramShakira
Shakira

Em maio de 2021, uma audiência em Barcelona terminou por condená-la, já em última instância, derrubando o recurso feito pela defesa. Os magistrados concluíram que, entre 2012 e 2014, Shakira passou a maior parte do tempo na Espanha e, consequentemente, deveria pagar seus impostos. Dados de cartão de crédito, fotografias de visitas a estabelecimentos ou mesmo selfies postadas nas redes sociais foram usadas como prova.

O El País também afirmou que fontes apontam o término de sua relação com o jogador Gerard Piqué como um dos principais fatores dessa reviravolta. O ex-marido, que já teve problemas com a Justiça por razões semelhantes, seria um incentivador da briga com a Receita espanhola pois acreditava que “poderia ganhar a causa”.

Desse modo, sem o apoio de Piqué e com planos de mudança para os Estados Unidos, Shakira agora pretende encerrar esse capítulo que, segundo pessoas próximas, “a afetaria profundamente em termos emocionais”.

Mais conteúdo sobre:

Ver todos os comentários   | 0 |

Facebook
 
© 2007-2022 GP1 - Todos os direitos reservados.
É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita do GP1.