Apesar de um ano de altos e baixos por causa do caso de doping às vésperas do Campeonato Mundial de Xangai, Cesar Cielo tem tudo para lutar pelo bicampeonato nos 50 metros livre na Olimpíada de Londres. É o recordista e campeão mundial além de ostentar o melhor tempo da temporada, 21s52. E a boa notícia é que não está sozinho na lista de favoritos, uma vez que o também brasileiro Bruno Fratus continua na cola do nadador com a segunda melhor marca na prova, 21s76.
Se o bicampeonato parece encaminhado nos 50 m livre, as dificuldades parecem ser bem maiores para o brasileiro nos 100 metros do mesmo estilo. Este ano, o francês Alain Bernard continuou a perder terreno, mas isso não significou vida mais fácil para Cielo, que ganhou novos rivais. O mais perigoso é o australiano James Magnussen, dono do melhor tempo do ano, 47s49, e atual campeão mundial, mas outra ameaça real é o canadense Brent Hayden, 47s95. Cielo conseguiu a segunda melhor marca de 2011, 47s84.
O caso de doping parece não ter sido totalmente negativo para Cielo. Até o positivo por furosemida, em julho, o nadador admitia momentos de dificuldade no que diz respeito a encontrar motivação para treinar. Depois do episódio, que certamente prejudicou sua preparação final para Xangai e influenciou no seu resultado nos 100 metros livre (ficou fora do pódio), o nadador parece ter encontrado, enfim, um bom desafio para superar. Nada melhor para dar ânimo a um atleta competitivo e para aumentar as esperanças de o Brasil.
Força. Os primeiros resultados da nova fase de Cielo - mais próximo do papel de desafiante do que do homem a ser batido - puderam ser vistos no Pan de Guadalajara. A altitude não impediu o nadador de conquistar a segunda melhor marca do ano nos 100 metros livre.
Seu técnico, Alberto Silva, mostrou animação com o desempenho do pupilo após uma fase de treinos fora de época porque o Pan foi realizado em outubro e não em julho, mês tradicional das principais competições da temporada internacional de piscina de 50 metros.
O desafio para 2012, segundo Cielo, é encontrar o equilíbrio ideal entre força e velocidade que permita lutar por dois ouros em Londres. Poderiam ser três, mas a outra prova na qual o brasileiro conquistou medalha de ouro no Mundial de Xangai, os 50 metros borboleta, não faz parte do programa olímpico.
Se o bicampeonato parece encaminhado nos 50 m livre, as dificuldades parecem ser bem maiores para o brasileiro nos 100 metros do mesmo estilo. Este ano, o francês Alain Bernard continuou a perder terreno, mas isso não significou vida mais fácil para Cielo, que ganhou novos rivais. O mais perigoso é o australiano James Magnussen, dono do melhor tempo do ano, 47s49, e atual campeão mundial, mas outra ameaça real é o canadense Brent Hayden, 47s95. Cielo conseguiu a segunda melhor marca de 2011, 47s84.
O caso de doping parece não ter sido totalmente negativo para Cielo. Até o positivo por furosemida, em julho, o nadador admitia momentos de dificuldade no que diz respeito a encontrar motivação para treinar. Depois do episódio, que certamente prejudicou sua preparação final para Xangai e influenciou no seu resultado nos 100 metros livre (ficou fora do pódio), o nadador parece ter encontrado, enfim, um bom desafio para superar. Nada melhor para dar ânimo a um atleta competitivo e para aumentar as esperanças de o Brasil.
Força. Os primeiros resultados da nova fase de Cielo - mais próximo do papel de desafiante do que do homem a ser batido - puderam ser vistos no Pan de Guadalajara. A altitude não impediu o nadador de conquistar a segunda melhor marca do ano nos 100 metros livre.
Seu técnico, Alberto Silva, mostrou animação com o desempenho do pupilo após uma fase de treinos fora de época porque o Pan foi realizado em outubro e não em julho, mês tradicional das principais competições da temporada internacional de piscina de 50 metros.
O desafio para 2012, segundo Cielo, é encontrar o equilíbrio ideal entre força e velocidade que permita lutar por dois ouros em Londres. Poderiam ser três, mas a outra prova na qual o brasileiro conquistou medalha de ouro no Mundial de Xangai, os 50 metros borboleta, não faz parte do programa olímpico.
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