No início do ano, o Flamengo fez grande malabarismo financeiro pelos serviços de Ronaldinho Gaúcho. Todo o esforço, garantiu reiterada vezes a presidente Patrícia Amorim, não foi apenas por uma jogada de marketing.
O Fla investiu em um jogador que liderasse o time na conquista de títulos importantes. Com o primeiro semestre chegando ao fim, cabe um balanço do desempenho de Ronaldinho e dos benefícios que trouxe ao clube, financeira e esportivamente.
Não há como negar que a contratação do astro foi boa em ao menos um aspecto. Depois das indisciplinas de Adriano e do caso do goleiro Bruno, em 2010, a vinda de Ronaldinho devolveu credibilidade à marca Flamengo.
Dentro de campo, porém, o retorno é relativo para um jogador que receberá perto de R$ 60 milhões por contrato de quatro anos. Um título carioca invicto, onde, apesar de atuações apagadas, foi decisivo com o gol que rendeu a Taça Guanabara. Na Copa do Brasil, apresentações irregulares e eliminação ante o Ceará, em sua melhor partida.
Para João Ricardo Cozac, presidente da Associação Paulista de Psicologia do Esporte, o torcedor não deve ter muita esperança em rever mais do que lampejos. "Ele já conquistou tudo em termos financeiros, títulos, desafios pessoais. Entrou no que chamamos zona de conforto motivacional. É difícil achar motivação."
Enquanto isso, Ronaldinho segue a dividir seu tempo entre os compromissos com o clube e a vida noturna do Rio.
O Fla investiu em um jogador que liderasse o time na conquista de títulos importantes. Com o primeiro semestre chegando ao fim, cabe um balanço do desempenho de Ronaldinho e dos benefícios que trouxe ao clube, financeira e esportivamente.
Não há como negar que a contratação do astro foi boa em ao menos um aspecto. Depois das indisciplinas de Adriano e do caso do goleiro Bruno, em 2010, a vinda de Ronaldinho devolveu credibilidade à marca Flamengo.
Dentro de campo, porém, o retorno é relativo para um jogador que receberá perto de R$ 60 milhões por contrato de quatro anos. Um título carioca invicto, onde, apesar de atuações apagadas, foi decisivo com o gol que rendeu a Taça Guanabara. Na Copa do Brasil, apresentações irregulares e eliminação ante o Ceará, em sua melhor partida.
Para João Ricardo Cozac, presidente da Associação Paulista de Psicologia do Esporte, o torcedor não deve ter muita esperança em rever mais do que lampejos. "Ele já conquistou tudo em termos financeiros, títulos, desafios pessoais. Entrou no que chamamos zona de conforto motivacional. É difícil achar motivação."
Enquanto isso, Ronaldinho segue a dividir seu tempo entre os compromissos com o clube e a vida noturna do Rio.
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