Todos os jogos do Brasil disputados em território nacional, a partir de agora, vão servir como ensaios para o Mundial de 2014. Isso vale também para os treinos da equipe. Na prática, os testes começaram ontem e apresentaram várias falhas. A integração da segurança privada com os agentes públicos, um modelo adotado pelo Comitê Organizador Local (COL) da Copa, não evitou que cambistas negociassem livremente ingressos para o amistoso do sábado, entre Brasil e Holanda, no Serra Dourada, em Goiânia.
Na área de imprensa do estádio, um folheto distribuído pelo COL indicava que os jornalistas teriam acesso a internet sem fio. A conexão funcionou bem, estava veloz, mas faltava energia elétrica na tribuna.
Os fatos não eram isolados. Durante todo o dia, profissionais credenciados foram barrados na calçada, em frente ao hotel da seleção. Ficaram atrás de grades de proteção, vigiados por policiais que não sabiam exatamente o que faziam ali.
Assunto indigesto. Havia um clima de aparente tranquilidade no entorno da seleção, que foi desfeito ao longo do dia. O diretor de comunicação da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Rodrigo Paiva, evitou falar das denúncias contra o presidente da entidade, Ricardo Teixeira, que ganham destaque na imprensa europeia.
Paiva também minimizou a decisão do deputado federal Romário (PPS-RJ) de convocar Teixeira para prestar esclarecimentos na Câmara Federal. "O Romário fazia tabelinhas com Bebeto, agora faz com o Garotinho, que diferença", disse, referindo-se ao deputado federal Anthony Garotinho (PR-RJ), que tenta coletar assinaturas suficientes para a instauração de uma CPI que investigaria Teixeira.
Identidade. Diante dos holandeses, a seleção faz seu primeiro jogo País sob o comando de Mano. E os jogadores buscam não alimentar a ideia de revanche após a vitória da Holanda na Copa do Mundo da África do Sul. "São situações bem diferentes. A partida deste sábado trata-se de um amistoso. É mais um jogo para o Mano observar a equipe", disse o goleiro Julio Cesar.
Na área de imprensa do estádio, um folheto distribuído pelo COL indicava que os jornalistas teriam acesso a internet sem fio. A conexão funcionou bem, estava veloz, mas faltava energia elétrica na tribuna.
Os fatos não eram isolados. Durante todo o dia, profissionais credenciados foram barrados na calçada, em frente ao hotel da seleção. Ficaram atrás de grades de proteção, vigiados por policiais que não sabiam exatamente o que faziam ali.
Assunto indigesto. Havia um clima de aparente tranquilidade no entorno da seleção, que foi desfeito ao longo do dia. O diretor de comunicação da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Rodrigo Paiva, evitou falar das denúncias contra o presidente da entidade, Ricardo Teixeira, que ganham destaque na imprensa europeia.
Paiva também minimizou a decisão do deputado federal Romário (PPS-RJ) de convocar Teixeira para prestar esclarecimentos na Câmara Federal. "O Romário fazia tabelinhas com Bebeto, agora faz com o Garotinho, que diferença", disse, referindo-se ao deputado federal Anthony Garotinho (PR-RJ), que tenta coletar assinaturas suficientes para a instauração de uma CPI que investigaria Teixeira.
Identidade. Diante dos holandeses, a seleção faz seu primeiro jogo País sob o comando de Mano. E os jogadores buscam não alimentar a ideia de revanche após a vitória da Holanda na Copa do Mundo da África do Sul. "São situações bem diferentes. A partida deste sábado trata-se de um amistoso. É mais um jogo para o Mano observar a equipe", disse o goleiro Julio Cesar.
Ver todos os comentários | 0 |