Com a presença da alta cúpula do clube e de executivos no anfiteatro do Parque São Jorge, o Corinthians divulgou na manhã desta terça-feira, pelo terceiro ano consecutivo, seu relatório de sustentabilidade, desta vez relativo ao período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2010.
O livro de 68 páginas relata todas as atividades desenvolvidas pela gestão do clube nesse período e exalta especialmente os números do balancete divulgado em março - apesar de a dívida corintiana ter passado de R$ 99,8 milhões para R$ 122,1 milhões, as receitas também tiveram salto de R$ 151,1 mi para R$ 177,7 mi, sem considerar a transferência de atletas.
"Nossa política foi de fazer um time competitivo e administrarmos a dívida", defendeu o diretor de finanças do clube, Raul Corrêa da Silva, após a apresentação do livro. "Quando assumimos, tínhamos R$ 100 mi de dívida e R$ 60 mi de receitas totais. Isso mudou substancialmente, agora nosso faturamento é muito superior ao valor do endividamento, que está sob controle".
Para o presidente do clube, Andrés Sanchez, a dívida do Corinthians deveria ser ainda maior do que é atualmente. "Se eu não tivesse feito o CT (Joaquim Grava) e contratado o Alex, a dívida estaria paga. Quem acha que o Corinthians não tem que ter dívida é hipócrita. Tinha que ser de R$ 1 bilhão, mas sabendo pagar as contas do clube diariamente", disse o mandatário.
A publicação, editada em três idiomas (português, inglês e espanhol), será entregue aos principais clubes e confederações de futebol do mundo e estará disponível no site corintiano.
O livro apresenta informações positivas e negativas e divulga contas e impactos econômicos, ambientais e sociais a todas as partes interessadas - como sócios, entidades, fornecedores, funcionários, torcida, mídia, bancos, TVs, equipe profissional e agente de jogadores.
"Esses relatórios não avalizam a empresa, mas dizem o que ela está fazendo. As informações foram auditadas por entidades externas independentes, o que também não é trivial", elogiou Carlos Eduardo Lessa Brandão, vice-presidente do Conselho de Stakeholders da Global Reporting Initiative, organização que direciona a confecção de relatórios de sustentabilidade.
O livro de 68 páginas relata todas as atividades desenvolvidas pela gestão do clube nesse período e exalta especialmente os números do balancete divulgado em março - apesar de a dívida corintiana ter passado de R$ 99,8 milhões para R$ 122,1 milhões, as receitas também tiveram salto de R$ 151,1 mi para R$ 177,7 mi, sem considerar a transferência de atletas.
"Nossa política foi de fazer um time competitivo e administrarmos a dívida", defendeu o diretor de finanças do clube, Raul Corrêa da Silva, após a apresentação do livro. "Quando assumimos, tínhamos R$ 100 mi de dívida e R$ 60 mi de receitas totais. Isso mudou substancialmente, agora nosso faturamento é muito superior ao valor do endividamento, que está sob controle".
Para o presidente do clube, Andrés Sanchez, a dívida do Corinthians deveria ser ainda maior do que é atualmente. "Se eu não tivesse feito o CT (Joaquim Grava) e contratado o Alex, a dívida estaria paga. Quem acha que o Corinthians não tem que ter dívida é hipócrita. Tinha que ser de R$ 1 bilhão, mas sabendo pagar as contas do clube diariamente", disse o mandatário.
A publicação, editada em três idiomas (português, inglês e espanhol), será entregue aos principais clubes e confederações de futebol do mundo e estará disponível no site corintiano.
O livro apresenta informações positivas e negativas e divulga contas e impactos econômicos, ambientais e sociais a todas as partes interessadas - como sócios, entidades, fornecedores, funcionários, torcida, mídia, bancos, TVs, equipe profissional e agente de jogadores.
"Esses relatórios não avalizam a empresa, mas dizem o que ela está fazendo. As informações foram auditadas por entidades externas independentes, o que também não é trivial", elogiou Carlos Eduardo Lessa Brandão, vice-presidente do Conselho de Stakeholders da Global Reporting Initiative, organização que direciona a confecção de relatórios de sustentabilidade.
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