Desde que começou o impasse entre o estafe de Paulo Henrique Ganso e o Santos, há quase um ano, o jogador já deixou de ganhar R$ 5 milhões.
Esse cálculo foi feito pela diretoria santista e faz parte da mais recente cartada na tentativa de fazer com que o jogador aceite o plano de carreira e os valores oferecidos para uma extensão de contrato e acabar com as especulações da saída dele.
Nos próximos dias, a diretoria do Santos vai apresentar um estudo detalhado ao jogador e seu estafe sobre o assunto. De acordo com o que levantou o clube, os tais R$ 5 milhões que Ganso poderia ter faturado a mais são produto das ações de marketing e contratos de patrocínio que o meia e o clube, em nome dele, deixaram de fechar.
São dois fatores que formam a base do estudo santista sobre o "case" Ganso. O primeiro é o companheiro de clube e de estrelato, Neymar.
O valor tem como base o número de contratos e os valores desses acordos que foram fechados pelo atacante com diversas empresas nos mais variados setores. Para dar mais veracidade à conta, foi considerado que tem mais potencial de atrair parceiros, por estar mais em evidência do que Ganso.
Desde que aceitou a proposta santista, de ganhar um salário fixo mais um complemento por contratos de exploração de sua imagem negociados pelo clube, já fechou com 11 parceiros diferentes.
Pelo cálculo dos santistas, Ganso teria conseguido um número de contratos menor, mas próximo disso.
O segundo fator que pesou na conta dos hipotéticos R$ 5 milhões perdidos foi a frequência quase diária de consultas ao departamento de marketing santista, feitas por empresas interessadas em atrelar suas marcas ao craque, mas que não caminharam porque não há um acordo entre o jogador e o clube para a exploração conjunta da imagem.
O impasse entre Ganso e Santos já dura quase um ano. Em agosto de 2010, o clube fez a primeira proposta no mesmo formato do acordo fechado com o jogador e a DIS, empresa que detém 45% dos direitos do meia, não aceitaram.
Time. No clássico contra o Corinthians, Muricy vai escalar uma linha de quatro na defesa, um volante de marcação, quatro meias e deixar apenas Borges adiantado para tentar aproveitar as sobras da defesa adversária e marcar pelo menos um gol. É o estilo Muricy se sobrepondo ao DNA ofensivo santista.
Esse cálculo foi feito pela diretoria santista e faz parte da mais recente cartada na tentativa de fazer com que o jogador aceite o plano de carreira e os valores oferecidos para uma extensão de contrato e acabar com as especulações da saída dele.
Nos próximos dias, a diretoria do Santos vai apresentar um estudo detalhado ao jogador e seu estafe sobre o assunto. De acordo com o que levantou o clube, os tais R$ 5 milhões que Ganso poderia ter faturado a mais são produto das ações de marketing e contratos de patrocínio que o meia e o clube, em nome dele, deixaram de fechar.
São dois fatores que formam a base do estudo santista sobre o "case" Ganso. O primeiro é o companheiro de clube e de estrelato, Neymar.
O valor tem como base o número de contratos e os valores desses acordos que foram fechados pelo atacante com diversas empresas nos mais variados setores. Para dar mais veracidade à conta, foi considerado que tem mais potencial de atrair parceiros, por estar mais em evidência do que Ganso.
Desde que aceitou a proposta santista, de ganhar um salário fixo mais um complemento por contratos de exploração de sua imagem negociados pelo clube, já fechou com 11 parceiros diferentes.
Pelo cálculo dos santistas, Ganso teria conseguido um número de contratos menor, mas próximo disso.
O segundo fator que pesou na conta dos hipotéticos R$ 5 milhões perdidos foi a frequência quase diária de consultas ao departamento de marketing santista, feitas por empresas interessadas em atrelar suas marcas ao craque, mas que não caminharam porque não há um acordo entre o jogador e o clube para a exploração conjunta da imagem.
O impasse entre Ganso e Santos já dura quase um ano. Em agosto de 2010, o clube fez a primeira proposta no mesmo formato do acordo fechado com o jogador e a DIS, empresa que detém 45% dos direitos do meia, não aceitaram.
Time. No clássico contra o Corinthians, Muricy vai escalar uma linha de quatro na defesa, um volante de marcação, quatro meias e deixar apenas Borges adiantado para tentar aproveitar as sobras da defesa adversária e marcar pelo menos um gol. É o estilo Muricy se sobrepondo ao DNA ofensivo santista.
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