A violência está cada vez mais comum, e a vítima dessa vez foi o lutador Maurício Shogun. Na madrugada do dia 27 de abril, por volta das 2h15, o meio-pesado foi assaltado na Linha Vermelha, quando se dirigia para Niterói. Quatro bandidos armados, um deles com um fuzil, levou o carro, os documentos e celulares do curitibano, que estava no banco do carona, e do seu amigo, que dirigia. Vinte dias passados, o faixa preta de jiu-jítsu resolveu revelar o drama.
“Foi tudo muito rápido. Na hora, eu nem pensei em reagir, só em manter a calma. E também não fazer nenhum movimento brusco. Me surpreendi porque um deles tinha um fuzil e os outros três estavam com pistolas. Um deles falou: “Eu sei quem você é, você é lutador, não tenta nada”. Mas não falei nada, não fiz nada. Fiquei descalço, porque estava de chinelo e saí do carro de qualquer jeito. Tentamos pedir ajuda na Linha Vermelha, mas ninguém parou. Eu entendo, quem pararia nesta situação? Andamos até chegar na delegacia de São Cristóvão”, contou o atleta.
Quando chegou à delegacia, Shogun só tinha na cabeça dois telefones: o da mulher, Renata Trevisan, e da mãe. A esposa não atendeu as ligações; a mãe ficou desesperada ao saber da história.
O ex-campeão do UFC garante que não sentiu medo, por isso teve sangue frio para ficar calmo.
“Nunca pensei que passaria por isso, mas graças a Deus não aconteceu nada. Fiquei sem entender a situação por alguns minutos. É complicado, você nunca imagina que vai acontecer isso contigo. Na hora que tudo estava acontecendo eu só pensei em sair dali”, contou. Com informações do Extra
Imagem: Reprodução
Aos 32 anos, Shogun nunca havia sofrido um assalto.
Aos 32 anos, Shogun nunca havia sofrido um assalto.“Foi tudo muito rápido. Na hora, eu nem pensei em reagir, só em manter a calma. E também não fazer nenhum movimento brusco. Me surpreendi porque um deles tinha um fuzil e os outros três estavam com pistolas. Um deles falou: “Eu sei quem você é, você é lutador, não tenta nada”. Mas não falei nada, não fiz nada. Fiquei descalço, porque estava de chinelo e saí do carro de qualquer jeito. Tentamos pedir ajuda na Linha Vermelha, mas ninguém parou. Eu entendo, quem pararia nesta situação? Andamos até chegar na delegacia de São Cristóvão”, contou o atleta.
Quando chegou à delegacia, Shogun só tinha na cabeça dois telefones: o da mulher, Renata Trevisan, e da mãe. A esposa não atendeu as ligações; a mãe ficou desesperada ao saber da história.
O ex-campeão do UFC garante que não sentiu medo, por isso teve sangue frio para ficar calmo.
“Nunca pensei que passaria por isso, mas graças a Deus não aconteceu nada. Fiquei sem entender a situação por alguns minutos. É complicado, você nunca imagina que vai acontecer isso contigo. Na hora que tudo estava acontecendo eu só pensei em sair dali”, contou. Com informações do Extra
Ver todos os comentários | 0 |