Volker Finke, técnico da Seleção de Camarões ficou muito irritado com uma pergunta feita pelo jornalista sobre uma possível manipulação de resultado no jogo entre Camarões e Brasil, nesta segunda-feira (23), no Mané Garrincha. Sem confiar no sistema de tradução simultânea, chegou a pedir auxílio para um funcionário da Fifa para assimilar a questão.
“Isso é um rumor. É a primeira vez em que estou ouvindo falar sobre isso. Não estou com muito tempo para ler os jornais, é claro, mas conheço bem a minha equipe. Isso seria impossível. Não precisamos ter esse tipo de suspeita com Camarões”, rebateu Finke.
Foi a própria Fifa, contudo, que colaborou com o boato. Ralf Mutschke, chefe de segurança da entidade, classificou Camarões como uma seleção vulnerável a entregar o resultado de um jogo contra os anfitriões da Copa do Mundo. Afinal, o time africano já está eliminado, convive com brigas dentro do elenco e quase não viajou ao Brasil por indefinição de valores de premiação. Com informações do Gazetaesportiva.net
Imagem: Reprodução
"Isso não é do meu campo de atenção. Amo o futebol jogado dentro de campo e vou passar ao largo de perguntas como essa", avisou o técnico.
"Isso não é do meu campo de atenção. Amo o futebol jogado dentro de campo e vou passar ao largo de perguntas como essa", avisou o técnico.“Isso é um rumor. É a primeira vez em que estou ouvindo falar sobre isso. Não estou com muito tempo para ler os jornais, é claro, mas conheço bem a minha equipe. Isso seria impossível. Não precisamos ter esse tipo de suspeita com Camarões”, rebateu Finke.
Foi a própria Fifa, contudo, que colaborou com o boato. Ralf Mutschke, chefe de segurança da entidade, classificou Camarões como uma seleção vulnerável a entregar o resultado de um jogo contra os anfitriões da Copa do Mundo. Afinal, o time africano já está eliminado, convive com brigas dentro do elenco e quase não viajou ao Brasil por indefinição de valores de premiação. Com informações do Gazetaesportiva.net
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