Após três semanas no comando da seleção brasileira, Carlos Caetano Bledorn Verri, Dunga, possui agora o desafio de tornar a seleção mais competitiva. Durante entrevista ao Jornal “O Globo”, na sede da CBF, na Barra da Tijuda, no Rio de janeiro, ele falou sobre das primeiras semanas e dos próximos desafios.
“Eu comuniquei à família. Na verdade, não pensava em voltar a ser treinador da seleção. A família toda me apoiou e sabe que este é um cargo que tem muita exposição, que vai ter cobrança, crítica e comentários maldosos. Mas as pessoas precisam entender que a minha profissão é uma coisa e a minha família é outra. Nunca gostei de me expor”, disse.
“É tornar esta seleção mais competitiva e, principalmente, fazer com que o torcedor acredite novamente no time brasileiro. Recuperar isto é sempre difícil, né? A cobrança é muito grande, mas acho que o que tem que ser colocado é que o futebol é uma extensão da sociedade, com defeitos e virtudes”, destacou.
“O Brasil é o país do futebol. Mas nós, brasileiros, temos que rever os nossos conceitos. O mundo evoluiu. Não dá mais para ter o pensamento que o Brasil é o melhor e que nenhum outro time pode ameaçá-lo. Tem que trabalhar muito”, afirmou. Com informações de O Globo
Imagem: Fabio Seixo / Agência O Globo
Técnico da seleção brasileira, Dunga
Técnico da seleção brasileira, Dunga “Eu comuniquei à família. Na verdade, não pensava em voltar a ser treinador da seleção. A família toda me apoiou e sabe que este é um cargo que tem muita exposição, que vai ter cobrança, crítica e comentários maldosos. Mas as pessoas precisam entender que a minha profissão é uma coisa e a minha família é outra. Nunca gostei de me expor”, disse.
“É tornar esta seleção mais competitiva e, principalmente, fazer com que o torcedor acredite novamente no time brasileiro. Recuperar isto é sempre difícil, né? A cobrança é muito grande, mas acho que o que tem que ser colocado é que o futebol é uma extensão da sociedade, com defeitos e virtudes”, destacou.
“O Brasil é o país do futebol. Mas nós, brasileiros, temos que rever os nossos conceitos. O mundo evoluiu. Não dá mais para ter o pensamento que o Brasil é o melhor e que nenhum outro time pode ameaçá-lo. Tem que trabalhar muito”, afirmou. Com informações de O Globo
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