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Hackers invadem site da Wada e acusam Biles e Williams de doping

A Wada confirmou que teve dados confidenciais relacionados à Olimpíada do Rio de Janeiro invadidos por um grupo de espionagem russo.

  • Foto: Simone Biles Mike Blake/ReutersMike Blake/Reuters

Nesta terça-feira (13), um grupo de hackers russos, identificado como “Francy Bears”, divulgou documentos que seriam exames vazados da Agência Mundial Antidoping (Wada, na sigla em inglês). De acordo com a Veja, os hackers acusam a entidade de acobertar casos de doping de atletas dos Estados Unidos.

Entre os atletas, está à ginasta Simone Biles e as irmãs tenistas Serena e Venus Williams. A Wada confirmou que teve dados confidenciais relacionados à Olimpíada do Rio de Janeiro invadidos por um grupo de espionagem russo. Já o grupo “Fancy Bears” divulgou exames das atletas realizados entre 2010 e 2016.

Os dados do “Fancy Bears” mostram que Simone Biles, que conquistou quatro medalhas de ouro na Olímpiada no Rio, utilizou metilfenidato, um psicoestimulante, e anfetaminas com prescrição médica. Já Serena Williams, que não ganhou medalha no Brasil, é acusada de ter utilizado as substâncias oxicodona e hidromorfona (usados para tratamento de dores), prednisona e prednisolona (que aumentam a capacidade de energia) e metilprednisolona (que também é usada em tratamentos inflamatórios). 

E por fim, Venus Williams, teria utilizado triancinolona e prednisolona (ambas anti-inflamatórios). Além disso, o grupo também acusa a jogadora de basquete Elena Delle Donne, campeã da Rio-2016, de ter utilizado anfetaminas e hidrocortisol.

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