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Veja quanto Lucas Braathen faturou após medalha histórica nos Jogos de Inverno

O atleta foi campeão do esqui na categoria do slalom gigante, ganhando medalha inédita para o Brasil.

Além de ganhar a medalha inédita para o Brasil e América do Sul, Lucas Pinheiro Braathen irá receber um prêmio em dinheiro pelo ouro nas Olímpiadas de Inverno Milão-Cortino 2026. O atleta foi campeão do esqui na categoria do slalom gigante e ganhará R$ 350 mil do Comitê Olímpico do Brasil (COB). O esquiador tinha a chance de faturar uma maior quantia, mas acabou sendo eliminado em outra modalidade.

A premiação é destinada de acordo com a cor da medalha nas categorias individuais: R$ 350 mil para o ouro, R$ 210 mil para a prata e R$ 140 mil para o bronze. Já para as coletivas de dois a seis atletas na equipe, o valores ficam: R$ 700 mil (ouro), R$ 420 mil (prata) e R$ 280 mil (bronze), sendo a quantia dividida entre os competidores. Com sete ou mais membros: R$ 1,05 milhão (ouro), R$ 630 mil (prata) e R$ 420 mil (bronze).

Foto: Rafael Bello/COBLucas Braathen conquista 1ª medalha do Brasil na história dos Jogos de Inverno
Lucas Braathen conquista 1ª medalha do Brasil na história dos Jogos de Inverno

Lucas Pinheiro Braathen conquistou um feito histórico no último sábado (14). O atleta se tornou o primeiro brasileiro a ganhar uma medalha nos Jogos de Inverno, que neste ano estão sendo disputados em Milão-Cortina, na Itália. Com 25 anos, ele levou o ouro no slalom gigante ao somar um tempo de 2m25s, tornando-se também o primeiro sul-americano a subir ao pódio em todas as edições das Olimpíadas de Inverno.

Lucas Pinheiro Braathen teve a chance de conquistar mais uma medalha no slalom, sua prova preferida, mas sofreu uma queda e foi eliminado. Sexto a descer na pista de Bormio, na Itália, Braathen iniciou a prova em ritmo agressivo e registrava bom tempo até se desequilibrar e cair ainda na primeira descida. Pelas regras da competição, o atleta que não completa a primeira bateria está automaticamente desclassificado da segunda.

Principal nome do Brasil na neve

Principal representante brasileiro em Milão-Cortina, Lucas já chegou à Olimpíada como um dos favoritos à medalha inédita. Ele atravessa o melhor momento da carreira na Copa do Mundo, ocupando o segundo lugar do ranking mundial no slalom, a prova mais técnica do esqui alpino, além da vice-liderança na classificação geral da temporada.

Filho de mãe brasileira, o esquiador nasceu na Noruega, mas optou por defender o Brasil após romper com a federação norueguesa. Desde então, compete sob a bandeira verde-amarela e tem ampliado a visibilidade do país nos esportes de neve.

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