Fechar
GP1

Internacional

Shein e Temu entram na mira dos EUA após denúncias de trabalho forçado e pirataria

A ação investiga denúncias de trabalho forçado e de uso de materiais inseguros.

O estado do Texas, nos Estados Unidos, abriu nesta semana uma investigação contra a Shein, loja online da China, após denúncias de trabalho forçado e uso de materiais inseguros, enquanto parlamentares federais pressionam por uma apuração nacional que investigue também a Temu, que é outra loja do ramo online.

De acordo com o procurador-geral do Texas, Ken Paxton, a investigação estadual irá verificar suspeitas de que a Shein violou leis locais ao utilizar materiais considerados perigosos ao adotar práticas que podem ter enganado consumidores. Paxton afirmou também que serão analisadas denúncias sobre condições de trabalho na empresa chinesa.

Foto: Alef Leão/GP1Shein
Shein

“Não permitirei que produtos estrangeiros baratos e perigosos invadam os Estados Unidos e coloquem nossa saúde em risco”, disse o procurador republicano.

Em nível federal, o senador republicano Tom Cotton, do Arkansas, enviou uma carta para a procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, pedindo que os Departamentos de Justiça e de Segurança Interna investiguem tanto a Shein quanto a Temu por “roubo de propriedade intelectual e venda de produtos falsificados”. Cotton classificou as duas plataformas como empresas “comunistas chinesas” e disse que a mudança recente nas regras de importação dos EUA criou uma “oportunidade de ouro” para endurecer o cerco contra as duas empresas.

Mais conteúdo sobre:

Ver todos os comentários   | 0 |

Facebook
 
© 2007-2026 GP1 - Todos os direitos reservados.
É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita do GP1.