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Israel afirma que ataque eliminou chefe das Brigadas Qassam durante cessar-fogo.
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O Hamas confirmou a morte do comandante e acusou Israel de realizar um ataque deliberado contra civis.
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Em comunicado oficial, as Forças de Defesa de Israel relataram que não houve feridos entre os soldados.
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Autoridades informaram em comunicado que os restos mortais são do sargento de primeira classe Ran Gvil.
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A declaração ocorreu após a operação militar dos Estados Unidos e a prisão do venezuelano.
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Raed Saad, chefe da sede de produção de armas da ala militar do grupo, foi morto neste sábado (13).
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Entre os mortos estavam membros da alta patente do grupo terrorista.
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Segundo reportado pela FDI nesta sexta (20), o grupo mantém uma infraestrutura militar nessa região.
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Os terroristas faziam parte de uma rede organizada, responsável pelo recrutamento de extremistas.
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A notícia ocorre poucos dias depois de novos ataques aéreos em Gaza, que mataram mais de 100 pessoas.
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Dois caixões com os corpos dos reféns foram embarcados pela Cruz Vermelha.
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O objetivo seria evitar desarmamento do Hamas, assunto a ser abordado na segunda fase do plano.
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Segundo o governo, a ação é uma violação do acordo de cessar-fogo alcançado no início deste mês.
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Conforme divulgado pelo porta-voz militar, os alvos da ação ultrapassaram a “Linha Amarela".
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Essa medida segue o plano de paz para Gaza proposto pelo presidente dos EUA, Donald Trump.
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Apesar da instabilidade neste estágio inicial, os pontos mais complexos do plano ainda estão por vir.
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Nesta quarta-feira, o comandante do Centcom disse que o Hamas deve suspender os ataques imediatamente.
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Mesmo com a declaração do parlamentar, o presidente do Brasil não teve participação no acordo.
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O grupo terrorista comunicou nesta segunda-feira (13) a identidade de apenas quatro vítimas.
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O acordo proposto pelos Estados Unidos pretende encerrar a guerra com o grupo terrorista Hamas.
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A declaração ocorreu pouco depois de Trump afirmar que o Oriente Médio caminha para uma “paz duradoura”.
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O encontro também tem o objetivo de articular a libertação de pessoas mantidas reféns em Gaza.
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A declaração foi divulgada em comunicado no Telegram e repercutida pela emissora Al Jazeera.
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A proposta, na avaliação do comandante do grupo terrorista, tem o objetivo de eliminá-los.
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Entre os militantes estão a sueca Greta Thunberg, a deputada Luzianne Lins e Thiago Ávila.
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Plano prevê rendição do grupo e desarmamento em troca do fim da guerra; Israel declarou apoio imediato.
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Após a declaração, ele voltou a ser criticado por representantes da comunidade judaica brasileira.
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O republicano afirmou na rede Truth Social que o objetivo de eliminar o grupo terrorista é “nobre".
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Vídeos que circulam nas redes sociais mostram o desespero da população após o ataque.
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Os recentes ataques israelenses mataram 20 pessoas, entre elas, cinco jornalistas.
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O ataque que matou Abdullah Saeed Abd al-Baqin foi conduzido pelo 215° Regimento de Artilharia das IDF.
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Em comunicado, Israel disse que Al Sharif, de 28 anos, “operava sob o disfarce de jornalista”.
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Por meio de nota, a FDI afirmou que um dos jornalistas era o chefe de uma célula terrorista do Hamas.
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“Cerca de um milhão de pessoas devem ser realocadas”, disse o Governo de Israel sobre assumir o controle.
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A decisão marca uma escalada militar e gera tensão com as Forças de Defesa de Israel.
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O grupo extremista disse que israelenses em cativeiro “não terão privilégio” em meio a crise em Gaza.
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Segundo o Ministério da Saúde da Palestina, mais de 100 palestinos já morreram de fome desde 2023.
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Tammy Bruce classificou a proposta como um golpe publicitário que encoraja as atividades do Hamas
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As mortes ocorrem em meio a uma grave crise na distribuição de ajuda humanitária.
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Na Corte é investigada acusação de genocídio na ofensiva israelense contra o grupo terrorista Hamas.
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