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Teresina - Piauí

Juíza recebe denúncia contra acusados da morte do major Mayron

A decisão da juíza de direito da 4ª Vara Criminal de Teresina, Junia Maria Feitosa Bezerra Fialho, é de 28 de abril.

A juíza de direito da 4ª Vara Criminal de Teresina, Junia Maria Feitosa Bezerra Fialho, recebeu denúncia contra Iranilson Pereira dos Santos e Wallisson Jhonatan Rodrigues de Sousa acusados de latrocínio (roubo seguido de morte) contra o major Mayron Moura Soares, comandante do 1º Batalhão da Polícia Militar. A decisão é de 28 de abril.

  • Foto: Divulgação/PMIranilson e WallisonIranilson e Wallison

“Em sede de cognição sumária, verifico presente a justa causa para a deflagração da ação penal, vez que da prova constante dos autos apuro indícios suficientes de autoria e de materialidade do(s) crime(s) narrado(s) na denúncia. Além disso, estão: (a) ausentes quaisquer das circunstâncias descritas no art. 395 do Código de Processo Penal a ensejar a rejeição da inicial; (b) preenchidos os requisitos legais do art. 41 do mesmo Diploma Legal. Em razão disso, recebo a denúncia apresentada nestes autos”, disse a juíza em sua decisão.

Wallison Jonatas Rodrigues de Sousa, conhecido como Candomblé, é acusado de ser o autor do disparo que atingiu o policial.

Relembro o caso

O major Mayron foi morto com um tiro no peito, na noite de 21 de março deste ano, durante um assalto na zona sudeste de Teresina. Ele estava em um carro na companhia do filho, esperando a filha chegar em uma parada de ônibus próximo a sua casa, no bairro Todos os Santos.

O policial desceu do veículo e foi abordado por uma dupla que estava em uma motocicleta. Segundo a polícia, ele não reagiu ao assalto. O filho, que permaneceu dentro do veículo testemunhou toda a ação.

  • Foto: Lucas Dias/GP1Major Mayron Moura SoaresMajor Mayron Moura Soares

Uma operação conjunta entre o Bope da Polícia Militar e o Núcleo de Inteligência da Polícia Civil culminou com a prisão de Iranilson Pereira por envolvimento na morte do comandante do 1° batalhão da Polícia Militar. A prisão aconteceu um dia depois do crime.

Também no dia 22 de março, Wallison Jonatas Rodrigues de Sousa se entregou na Delegacia de Homicídios. Ele foi acompanhado de dois advogados.

A arma utilizada no crime foi encontrada em uma residência em Altos, junto com o celular do major.

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