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Teresina - Piauí

Três meses após ser baleada, "Aninha do Cajá" precisa de ajuda

Ela ficou conhecida após ser filmada vendendo cajá aos gritos e de maneira bem-humorada no Poti Velho.

A família de Maria Eugênia Costa e Silva, mais conhecida como "Aninha do Cajá", que foi atingida a tiros dentro de uma residência, está precisando de doações para dar seguimento ao seu tratamento em casa. Ela passou três meses internada no Hospital de Urgência de Teresina (HUT) e teve alta no último dia 13 de junho.

O GP1 entrou em contato, nesta sexta-feira (17), com Luciane Costa, irmã de Maria Eugênia, que relatou à nossa reportagem sobre a situação de Aninha do Cajá, que hoje está bastante debilitada e necessitando de materiais para a higienização de curativos.

Foto: Reprodução/WhatsAppAninha do Cajá
Aninha do Cajá

“Ela segue bem debilitada, está muito fraca, sempre está passando mal, cada dia que passa ela está ficando magrinha e por isso estamos pedindo ajuda para conseguir comprar produtos para higienização da bolsa de colostomia e dos curativos, então as doações são bem-vindas para nós”, relatou a irmã de Maria Eugênia.

Os familiares da “Aninha do Cajá”, disponibilizaram o Pix 86999295139 (celular), que é de sua mãe, Maria de Fátima Costa Silva. Além disso, a chave Pix é também WhatsApp e telefone para receber ligações, caso alguém possa doar materiais.

Relembre o caso

Maria Eugênia Costa e Silva, de 32 anos, foi alvejada com disparos de arma de fogo no abdômen, no dia 2 de março deste ano, dentro de uma residência, na Rua Manoel Aguiar Filho, localizada no bairro Mafrense, na zona norte de Teresina. A motivação do crime contra ela ainda não foi revelada e o caso segue em investigação pelo 9º Distrito Policial.

“Aninha do Cajá”

Aninha ficou conhecida após ser filmada vendendo cajá aos gritos – e de maneira bem-humorada, no bairro Poti Velho, na zona Norte da Capital. O vídeo rapidamente viralizou e chegou a ganhar até uma versão com a canção “Oi”, do cantor Léo Magalhães.

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