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Teresina - Piauí

Integrante do PCC e blogueira que foi investigada por esquartejamento são presos pelo Denarc em Teresina

O casal foi preso após ser flagrado com grande quantidade de entorpecentes na zona sul da capital.

O Departamento Estadual de Repressão ao Narcotráfico (Denarc) da Polícia Civil do Piauí prendeu, na tarde desta segunda-feira (18), em Teresina, um homem conhecido como Marcelo Pernetta, apontado como membro da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), com extensa ficha criminal. A prisão foi realizada na Prainha, zona sul da capital.

Os policiais também prenderam a companheira dele, a “blogueira” Maria Clara Sousa, que chegou a ser investigada por suspeita de envolvimento na morte esquartejamento de Silvana Rodrigues de Sousa, crime ocorrido em 2024.

Foto: Divulgação/Polícia Civil do PiauíMarcelo Pernetta e Maria Clara foram conduzidos pelo Denarc
Marcelo Pernetta e Maria Clara foram conduzidos pelo Denarc

Segundo o Denarc, semanas atrás o investigado havia trocado tiros contra policiais do 8º Batalhão da Polícia Militar do Piauí, ocasião em que foram apreendidos entorpecentes enterrados no endereço dele. Na ação de hoje, os policiais cumpriram mandado de prisão contra Marcelo e o autuaram, junto com Maria Clara, por posse de drogas e arma de fogo.

“Mais uma ação do Pacto pela Ordem. Polícia Civil e Polícia Militar juntos, dando cumprimento ao mandado de prisão contra Marcelo Pernetta e Maria Clara, ela que foi envolvida naquele homicídio em que uma mulher foi esquartejada na região da Vila da Guia. Ambos pertencem ao PCC, ele tinha um mandado de prisão em aberto por roubo qualificado, organização criminosa e tráfico de drogas. Semana passada, quando uma equipe da Polícia Militar foi dar cumprimento ao mandado, ele reagiu com disparos de arma de fogo”, informou o delegado Samuel Silveira, coordenador do Denarc.

Esquartejamento

Silvana Rodrigues foi morta e esquartejada no dia 23 de junho do ano passado em uma residência na Vila da Guia, zona sudeste de Teresina. O crime foi imputado a membros do PCC, contudo, em junho deste ano a Justiça decidiu não pronunciar Maria Clara pelo assassinato, por não encontrar indícios suficientes da sua participação.

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