GP1

Piauí

TJ retoma julgamento do ex-delegado Wendell Reis nesta sexta

Ele foi condenado pelo Tribunal Popular do Júri a 12 anos de prisão, em regime fechado, pelo assassinato do vendedor Ricardo Seabra.

  • Foto: DivulgaçãoWendell ReisWendell Reis

O Tribunal de Justiça do Piauí retoma na próxima sexta-feira (10) o julgamento do pedido de revisão criminal interposto pelo ex-delegado de Polícia Civil, Wendell Reis Costa Araújo, condenado pelo Tribunal Popular do Júri a 12 anos de prisão, em regime fechado, pelo assassinato do vendedor Ricardo Seabra, ocorrido em setembro de 2003.

A revisão pede a desclassificação do crime de homicídio qualificado para homicídio culposo.

O julgamento teve início no dia 13 de abril deste ano com o voto da relatora, desembargadora Eulália Maria Pinheiro, pela improcedência do pedido. Após ser adiado por pedido de vista, teve continuidade no dia 08 de junho com o voto do desembargador Joaquim Dias de Santana Filho acompanhando a relatora. Com o pedido de vista do desembargador Edvaldo Moura o julgamento foi interrompido.

A revisão criminal tramita nas Câmaras Reunidas Criminais.

Entenda o caso

O ex-delegado Wendell Reis foi condenado pelo Tribunal Popular do Júri a 12 anos de prisão em 2009, acusado de autoria do assassinato do vendedor ambulante Ricardo Seabra Pereira, delito ocorrido em um trailer localizado no bairro Três Andares, na zona sul de Teresina. Ele se apresentou espontaneamente poucos dias depois do crime e contou que o crime aconteceu de forma acidental.

Wendell Reis foi considerado culpado pelo Conselho de Sentença por sete votos a zero. O juiz Antônio Noleto afirmou que os jurados consideraram que o homicídio foi praticado por motivo fútil e aplicou multas de 1 salário mínimo e de cinco salários mínimos pelo crime e pelos custos do processo.

Mais conteúdo sobre:

Ver todos os comentários   | 0 |

Facebook
 
© 2007-2021 GP1 - Todos os direitos reservados.
É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita do GP1.