O governador Wilson Martins (PSB) disse ontem que o papel do Ministério Público Federal é fiscalizar e investigar, ao comentar o suposto desvio de R$ 50 milhões identificado em auditorias realizadas pelo MPF, pela CGE (Controladoria Geral do Estado), pela PGE (Procuradoria Geral do Estado) e pelo Denasus (Departamento Nacional de Auditorias do Sistema Único de Saúde) na gestão do ex-governador Wellington Dias.
As obras e serviços investigadas movimentaram mais de R$ 200 milhões.
Wilson Martins disse que tomou conhecimento das investigações pela imprensa. Mas o Governo foi notificado para prestar informações através da Procuradoria Geral do Estado e Controladoria Geral do Estado, sobre obras inacabadas, obras paralisadas, compra de medicamentos e aquisição de equipamentos.
Segundo o governador, os procuradores realmente devem apurar as denúncias, mas também devem considerar que não se pode condenar ninguém sem provas. "O Ministério Público está fazendo o seu papel. Mas todos têm direito de defesa e do contraditório", observou.
Os procuradores Kelston Lages e Carlos Wagner Guimarães conduzem os processos. Kelston Lages atua nas obras inacabadas, como o porto de Luís Correia, que passou por vistoria recente, e o programa de estradas que tem recursos de empréstimo do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Carlos Wagner apura o esquema que envolve a compra de medicamentos e equipamentos na Saúde. Com informações do Díario do Povo
As obras e serviços investigadas movimentaram mais de R$ 200 milhões.
Wilson Martins disse que tomou conhecimento das investigações pela imprensa. Mas o Governo foi notificado para prestar informações através da Procuradoria Geral do Estado e Controladoria Geral do Estado, sobre obras inacabadas, obras paralisadas, compra de medicamentos e aquisição de equipamentos.
Segundo o governador, os procuradores realmente devem apurar as denúncias, mas também devem considerar que não se pode condenar ninguém sem provas. "O Ministério Público está fazendo o seu papel. Mas todos têm direito de defesa e do contraditório", observou.
Os procuradores Kelston Lages e Carlos Wagner Guimarães conduzem os processos. Kelston Lages atua nas obras inacabadas, como o porto de Luís Correia, que passou por vistoria recente, e o programa de estradas que tem recursos de empréstimo do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Carlos Wagner apura o esquema que envolve a compra de medicamentos e equipamentos na Saúde. Com informações do Díario do Povo
Mais conteúdo sobre:


Ver todos os comentários | 0 |