Em audiência pública realizada na Câmara, ontem (15), o deputado federal Assis Carvalho (PT/PI) defendeu a contratação e a entrada de médicos estrangeiros no Brasil. O parlamentar – que já foi Secretário de Estado da Saúde do Piauí – diz que é inaceitável que a população do interior do país continue morrendo por falta de atendimento médico.
“Defendo uma saúde sem fronteiras, venha de onde vier. Importante é prezar pela eficiência do Sistema Único de Saúde (SUS). A saúde requer imediatismo, pois estamos tratando da vida de pessoas. Então, que possamos contar com os 17 mil médicos formados por ano no Brasil e também com os seis mil médicos vindos de onde vierem”, destacou.
Assis Carvalho parabenizou o debate, mas discordou de alguns posicionamentos revelados durante a audiência. “A saúde é muito mais do que essa situação específica da corporação médica. Eu estou abismado com o que ouvi aqui. Frases como ‘o mercado brasileiro é para o médico brasileiro’, ou seja, assim como uma mercadoria para ser vendida em uma prateleira”, criticou.
A audiência pública contou com a participação da Comissão de Seguridade Social e Família e de representantes dos ministérios da Saúde, das Relações Exteriores, Conselho Nacional de Saúde, Conselho Federal de Medicina, Associação Médica Brasileira e Federação Nacional dos Médicos.
Curta a página do GP1 no facebook: www.facebook.com/PortalGP1
“Defendo uma saúde sem fronteiras, venha de onde vier. Importante é prezar pela eficiência do Sistema Único de Saúde (SUS). A saúde requer imediatismo, pois estamos tratando da vida de pessoas. Então, que possamos contar com os 17 mil médicos formados por ano no Brasil e também com os seis mil médicos vindos de onde vierem”, destacou.
Imagem: Divulgação
Assis Carvalho defende saúde sem fronteiras
Assis Carvalho defende saúde sem fronteirasAssis Carvalho parabenizou o debate, mas discordou de alguns posicionamentos revelados durante a audiência. “A saúde é muito mais do que essa situação específica da corporação médica. Eu estou abismado com o que ouvi aqui. Frases como ‘o mercado brasileiro é para o médico brasileiro’, ou seja, assim como uma mercadoria para ser vendida em uma prateleira”, criticou.
A audiência pública contou com a participação da Comissão de Seguridade Social e Família e de representantes dos ministérios da Saúde, das Relações Exteriores, Conselho Nacional de Saúde, Conselho Federal de Medicina, Associação Médica Brasileira e Federação Nacional dos Médicos.
Curta a página do GP1 no facebook: www.facebook.com/PortalGP1
Ver todos os comentários | 0 |