O deputado estadual Dr. Pessoa (PSD) afirmou ao GP1 que ainda não possui apoio do seu partido para a sua pretensão de ser candidato ao Governo nas eleições de 2018. Ele acredita que se colocar seu nome à disposição terá o apoio de apenas alguns membros. Ele também estuda a possibilidade de ser candidato ao Senado em uma chapa formada por partidos da oposição.
Atualmente o PSD é aliado ao Governo de Wellington Dias (PT) e o presidente estadual, o deputado Júlio César, já manifestou várias vezes o desejo de ser candidato ao Senado na chapa de Wellington. Isso torna a situação do deputado Dr. Pessoa complicada. Desde quando foi candidato à prefeito de Teresina, o deputado reclama da falta de apoio do partido.
- Foto: Lucas Dias/GP1
Dr. Pessoa
Ao GP1, o parlamentar afirmou que mantém o desejo de ser candidato ao Governo. “A minha pretensão em 2018 quem vai direcionar é a orientação divina de Deus, o chamamento do povo, um grupo de amigos que tenho e que vamos dialogar, conversar, para tomar uma decisão mais concreta, objetivando essa atitude de ser pré-candidato ou a governador ou senador. Senador por enquanto entre aspas, mas neste momento estou focado para ser pré-candidato a governador do Piauí. A possibilidade é bem alta, de bater o martelo como pré-candidato e posteriormente ser candidato. Depende da engenharia política que nós estamos discutindo”, afirmou.
Ele acredita que no momento só possui o apoio de alguns membros do seu partido. “No momento, apoio explícito, de nenhum, mas tenho certeza que se eu tomar uma decisão, o deputado Antônio Félix com certeza deseja estar comigo em uma chapa política, em um aglomerado político. Eu acho que o Edson Ferreira tá [apoiando também a sua pré-candidatura]”, disse.
Em relação ao presidente do partido, ele disse não ter a certeza do apoio e nem mesmo sobre o caminho que o PSD deve seguir em 2018. “Não posso dizer pelo Júlio César, nem pelo filho dele [o deputado Georgiano Neto], porque estes, que deveriam estar com mais clareza, mais objetividade em relação ao partido e principalmente em relação a mim, não está havendo essa objetividade. Mas pode ser que daqui para janeiro essa objetividade apareça e nós vamos estar tomando conhecimento e analisando alguns fatos que poderão aparecer daqui para janeiro do ano que vem. Nós conversamos e ficou praticamente a mesma coisa que nós conversamos há três ou quatro meses atrás. Ou até se agravando em alguns pontos”, criticou.
Com informações de ANDRESSA MARTINS
Bárbara Rodrigues
Germana Chaves
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