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Política

Wellington Dias: "quanto mais a oposição fala, mais a gente trabalha"

Nas últimas semanas, os ataques contra o chefe do executivo estadual se intensificaram na mídia.

O governador Wellington Dias rebateu, nesta quinta-feira (23), as críticas que tem recebido da oposição, principalmente, do ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira, e a deputada federal Iracema Portella. Nas últimas semanas, os ataques contra o chefe do executivo estadual se intensificaram.

Em resposta, o governador disse que o Governo vai seguir trabalhando e que essa é a orientação, além de mandar um recado aos opositores. “Olha, da nossa parte, toda orientação e toda prioridade é de muito trabalho. Quanto mais a oposição fala, mais a gente trabalha, vamos seguir trabalhando e é isso que o povo precisa”, disparou Wellington Dias.

Foto: Alef Leão/GP1Wellington Dias
Wellington Dias

Troca de farpas

As trocas de farpas entre a oposição e base aliada de Wellington Dias se intensificaram depois que o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, publicou um vídeo criticando Wellington e Rafael Fonteles a quem chamou de "pé de chumbo" fazendo referência ao desempenho do secretário em pesquisas de intenção de votos.

Posteriormente, a deputada Iracema Portella rebateu a declaração de Wellington Dias de que o aumento do preço dos combustíveis não é culpa dos estados. Ela chamou o gestor de “mentiroso”.

Doses da Coronavac

O governador também rebateu as críticas da oposição quanto à compra de 500 mil doses da vacina Coronavac contra a covid-19. Ele afirmou que a compra não foi feita antes porque havia impedimentos. “Veja, acho que o Brasil inteiro acompanhou e sabe, compramos agora porque foi possível comprar, não compramos antes porque tinham sempre barreiras impedindo a compra. A previsão para chegar o primeiro lote é terça ou quarta-feira. Isso vai permitir que a gente tenha as condições de acelerar a vacinação para quem não tomou nenhuma dose e a vacinação para quem tomou a Coronavac e precisa da segunda dose, isso de certa forma alivia para a gente poder também priorizar com a Pfizer a vacinação de quem tem abaixo de 18 anos, e permite também que a gente possa acelerar com a vacinação da Astrazeneca de quem precisa da segunda dose”, explicou.

“O objetivo do Brasil é o que une independente de divergências políticas, de disputa eleitoral, que une um pacto pela vida, garante com a imunização o resultado, veja, o Piauí está com uma média de um óbito por dia, nós queremos alcançar zero óbito por dia. A gente busca controlar o coronavírus, então essa é a meta, e a saída não tem outra, é a vacina para gente garantir imunização”, finalizou.

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